Cantinho do Mário – Paulo Ailton de Faria
sáb, 17 de junho de 2017 05:07
Nasceu em Jubaí – Distrito de Conquista – MG, em 29 de agosto. Pais: Pedro Alves de Faria e Maria Sabina da Silva. Ainda criança seus pais se mudaram para a zona rural de Monte Alegre de Minas onde passou sua infância e juventude. Lá, concluiu seus estudos primários e secundários; foi comerciante em Monte Alegre de Minas; presidente do Lyons Club; presidente do Clube Campestre do Buriti, diretor do Triângulo Sport Clube; Vicentino, Delegado de Polícia Municipal e outros.

Paulo Ailton de Faria
Fez parte da Loja Maçônica Estrela Monte Alegrense, 539, ocupando vários cargos inclusive fez parte da Loja de Perfeição Nicanor Parreira. Em 1998, se estabeleceu em Uberlândia onde manteve um comércio de móveis e eletrodomésticos até o ano de 2010. No final daquele ano mudou-se para Araguari onde continua com seu comércio na rua Elias Peixoto, 4, até os dias de hoje.
Nessa época conheceu a professora Cirlene Maria Marques (falecida) com a qual viveu durante dezoito anos. Neste meio tempo formou-se em Geografia pela UFOP, Universidade Federal de Ouro Preto.
Com sua mudança para Araguari, em 2010, filiou-se a Loja Maçônica Philantropia e Trabalho 3794, onde exerceu vários cargos e recentemente foi eleito presidente. Sua posse se deu no dia 15.06.2017, no templo da Loja Maçônica União Araguarina. É também presidente do Kadosch 55, com sede em Araguari, referente aos altos graus da maçonaria abrangendo várias cidades da região. É membro do Consistório de Uberlândia.
O Paulo é uma pessoa amável, caridoso, empreendedor e dinâmico. Não tem medo de desafios; basta ver o pequeno esboço de sua vida descrito por nós.
É um vencedor. Um super abraço deste colunista, de todos os seus irmãos maçons e toda Araguari, quem vem para somar é sempre bem-vindo.
CASOS E HISTÓRIAS PITORESCAS DE ARAGUARI
Em minha infância morei no Largo do Quebra Pedra (praça Farid Nader), ali havia uma molecada custosa; eram desafios a todo instante.
Um dia descobrimos que os bueiros fluviais (naquele tempo ainda não eram contaminados com esgoto) que ficavam dos dois lados da rua Tertuliano Goulart com a avenida Tiradentes desaguavam diretamente no córrego Brejo Alegre, hoje avenida Coronel Theodolino.
Assim, tiramos as tampas e, armados com pequenas varas e lanternas, nos aventuramos por toda a extensão até sair no córrego.
O que não sabíamos é que um moleque desconhecido havia nos seguido e ficou preso na rede pluvial. Quando voltamos as pessoas que viram nossa arte perguntaram pelo pentelho. Resultado, três de nós tiveram que fazer o trajeto novamente até achar o menino que chorava de dar dó.
Calculo a extensão da rede pluvial percorrida por nós em uns 170 metros. Nossos pais ficaram sabendo da aventura e em casa o coro comeu. Ainda tem gente viva como testemunha.
Quem não tem dinheiro….
Mário F. S. Júnior
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