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Cantinho do Mário – Maria das Dores Rodrigues

sáb, 23 de fevereiro de 2019 05:49

Abertura-cantinho

Natural de Porangatu – GO. Nascida aos 3 de julho. Pais: José Joaquim Filho e dona Gasparina Rodrigues. Tem dois filhos: Silvio e Paulo, comerciantes. Veio para Araguari com 18 anos de idade acompanhando sua família. Desde jovem aprendeu a arte da culinária com sua mãe e outras pessoas assim, ao chegar aqui trabalhou por vinte anos como cozinheira da senhora Almerinda Ferreira.

Posteriormente, foi trabalhar como cozinheira no Abrigo dos Velhos Cristo Rei onde permaneceu por oito anos. Todo esse tempo ela alentava um sonho: ser dona de seu próprio restaurante. Finalmente seu desejo se concretizou e ela fundou o restaurante CEBOLA BRAVA, na avenida Minas Gerais nº 2414. Telefone 3241-9256.

Serve apenas almoço, marmitex, tem mil e um compromissos, encomendas de montão, é muito conhecida em Araguari. Dona de mãos mágicas e um sorriso cativante; é figura obrigatória em festas, Buffet, almoços, jantares, casamentos e outros.  Apesar do sucesso com seu empreendimento não quis deixar suas origens.

Costumo brincar com ela dizendo que: quem cai em suas mãos acaba com o regime, todo mundo repete. É uma pessoa simples, muito educada e não falta disposição para o trabalho.

Pra que possam analisar, é cozinheira nas Lojas Maçônicas: União Araguarina, Fênix 56 e Rio das Pedras de Cascalho Rico. Eu a admiro, nunca a vi reclamando, sempre sorrindo e trabalhando.

Um super abraço a Maria e seus familiares que trabalham no restaurante.

CASOS E HISTÓRIAS PITORESCAS DE ARAGUARI

Quando se é criança não se conhece o perigo. Cresci ali na praça Farid Nader, antigo largo do Quebra Pedra. Fazia parte de um grupo de meninos endiabrados daquele tanto.

Uma de nossas aventuras era entrar em um bueiro que fica na esquina da rua Tertuliano Goulart com a praça Farid Nader e saíamos no córrego Brejo Alegre, (mais de cento e cinquenta metros), munidos de uma lanterna e uma varinha para matar morcegos.

Por incrível que pareça nunca nos deparamos com uma cobra. Naquele tempo ainda não havia ligações de esgoto clandestino nas redes pluviais. Parece que a corrupção começou bem depois.

Ali era uma espécie de batismo e prova de coragem. Nunca houve um acidente, graças a Deus. Eram brincadeira às vezes perigosas, mas, sadias.

Entre meus companheiros não se encontra drogados ou bandidos; todos se deram bem na vida. Às vezes passo pelo local olho pra boca de lobo, hoje com grade e me dá um frio na barriga. Bons tempos.

Quem não tem dinheiro… (ainda há testemunhas e desbravadores vivos)

MÁRIO F. S. JÚNIOR

 

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