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Cantinho do Mário – Ana Maria Caieiro Campana

sáb, 1 de setembro de 2018 05:30

Abertura-cantinho

Nascida em São Paulo capital, aos 17 de julho de 1954 (ela faz questão de contar a idade). Filha de Francisco Campana Netto e de Anna Caieiro Campana, ambos de saudosa memória. Desquitada. Não teve filhos.

Passou a infância e juventude em sua terra natal, transitando na zona norte da cidade. Os bairros Tucuruvi, Água Fria e Santana fizeram parte de sua infância e juventude. Os primeiros anos escolares foram em colégio de freiras e depois, a escola pública recebeu a jovem que fazia questão de ser, no mínimo, a melhor da classe. Suas notas eram motivo de orgulho para os pais que acreditavam muito dela.

Ana Maria Caieiro Campana

Ana Maria Caieiro Campana

Aos 18 anos teve seu primeiro e único emprego (sob os protestos do pai, que esperava apenas vê-la dedicada aos estudos). Começou na Itaú Seguradora S.A., mais precisamente na diretoria Jurídica sob os olhares e ensinamentos de Dr. João Walter Bianco (de saudosa memória) permanecendo ali durante exatos 10 anos.

Irrequieta, pretendia fazer o curso de Direito, mas escolheu Psicologia e assim, incentivada pelos amigos Ivani e Milton Melfi, foi aprovada na FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas. O curso era fascinante, mas sentou-se nos bancos da faculdade apenas até o 4º ano, pois a vida não é fácil; os estudos e o trabalho exigiam uma definição e ela escolheu continuar na Itaú Seguradora.

Aos 26 anos de idade foi apresentada à Araguari pelos amigos Claudete e Alemar Alves de Melo. A cidade fascinou Ana Maria. Em 1982, mudou-se definitivamente para essa terra maravilhosa e acolhedora (conforme suas palavras). Casou-se com um araguarino. O casamento acabou, mas o amor pela cidade a manteve aqui e assim permanecerá, conforme sua vontade expressa.

Em 1984, após a morte do pai, ela foi procurar emprego e, para sua surpresa, tornou-se secretária do então prefeito de Araguari, Dr. Neiton de Paiva Neves. Este foi o primeiro grupo de amigos feitos aqui, onde pode ser incluído um de seus ‘ídolos’: Raul Belém, a quem ela devota um carinho muito especial.

Trabalhou na prefeitura de Araguari durante 15 anos em diversos departamentos e fez amigos para toda a vida. Impossível não destacar Lêda Pinho, Aloisio Nunes de Faria (de saudosa e recente memória) e muitos outros cujos nomes estão guardados em seu coração, assim como merecem dela, gratidão eterna.

Também exerceu atividades na extinta Rádio Alvorada FM, levada pelo amigo Gilberto Couzzi e Indústrias Alimentícias Maguary S.A. (hoje EBBA Alimentos). Como ela faz questão de salientar, foi assessora parlamentar do Deputado Estadual Marlos Florêncio Fernandes, outro amigo muito especial.

Hoje, aposentada, trabalha há 10 anos como revisora do Jornal Gazeta do Triângulo, onde foi levada pelas mãos do amigo Maurício Matias.

Pessoalmente é uma declarada amante dos animais. Sua atual cachorrinha Fifi é testemunha oficial desse apego (tanto é que foi difícil conseguir uma foto de nossa homenageada ‘sem cachorro’).

Antes de concluir o bate-papo, Ana Maria fez questão de deixar sua homenagem e agradecimento à Araguari pelos 130 anos comemorados em 28 de agosto e também seu eterno reconhecimento aos amigos “seus verdadeiros esteios neste caminho que percorre, sob as bênçãos de Deus.”

A Ana é a revisora do Cantinho, uma amiga fantástica que tem cadeira cativa em meu coração, simples, prestativa, competente, sempre disposta e uma baita profissional. Este é um resumo de sua vida. Precisamos de mais gente como ela.

Um super abraço.

CASOS E HISTÓRIAS PITORESCAS DE ARAGUARI

Trabalhávamos na Cia. Prada de Eletricidade quando o Mário, um descendente de italianos, queixou-se ao Zé porque estava sofrendo muito devido às hemorróidas.

Ele, que sempre tinha receitas pra tudo, logo perguntou:

“-Você já banhou com gervão?”

Diante da negativa do nosso sofrido amigo ele se comprometeu a trazer a planta. E trouxe um ramo da dita; deu a receita:

“- Ferver água em uma bacia, colocar o gervão e agachar-se sobre o vapor, aproximar-se e ficar o mais tempo possível. Repetir a operação sete vezes.” Isto foi numa sexta-feira.

Na segunda-feira impaciente, chegou perto do Mário e questionou:

“-Então fez o banho?”

O infeliz respondeu que sim com uma cara triste, olhos vermelhos, mas que não adiantou nada; piorou. O Zé estatelou os olhos como se perguntando de que jeito? O Mário muito magoado complementou:

“-Pois é meu amigo, além de não fazer efeito, peguei um resfriado que quase me matou.”

Quem não tem dinheiro…

MÁRIO F. S. JUNIOR

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