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CANTINHO DO MÁRIO – 5 DE SETEMBRO

seg, 7 de setembro de 2026 21:39

MARIA

Segundo a Bíblia, Maria era uma jovem judia de Nazaré, descendente do rei Davi, e noiva de um carpinteiro chamado José. Ela foi escolhida por Deus para dar à luz a Jesus por obra do Espírito Santo, sendo tida como virgem no momento da concepção. Os nomes tradicionais dos pais de Maria — Joaquim e Ana — aparecem apenas em escritos antigos chamados de apócrifos, como o Protoevangelho de Tiago, datados do século II, além da tradição cristã. Na cruz, Jesus olhou para sua mãe e para o discípulo João, chamado de o “discípulo que ele amava”. Ele disse a Maria: “Mulher, eis aí o teu filho”, e a João: “Eis aí tua mãe”. Existem segmentos religiosos que têm verdadeiro desprezo pela figura de Maria. Dizem que ela jamais poderia ser virgem e conceber sem pecado e acabam por ofendê-la. E se esquecem de que foi o próprio Jesus que escolheu aquele espírito para ser sua mãe na Terra, tanto que sua gravidez foi anunciada por um anjo. Existem aqueles que acreditam que o espírito é criado ao mesmo tempo que a concepção. Vamos raciocinar: foi assim com Jesus também? Ele não teve um corpo semelhante ao nosso? Existe também quem acredite que Jesus é Deus; então, por que Ele sempre mencionava o Pai? Se Ele tinha um Pai, então não podia ser Deus. Havia alguma coisa superior a Ele. Então dirão: “Mas Ele disse: Eu e o Pai somos um.” Ora, se o governador manda seu representante a Araguari, ele não fará o que foi combinado anteriormente? Então ele e o governador são um, “maneira de falar”. O fato de Maria ser virgem no momento da concepção, o que tem de estranho? Hoje não existe a inseminação artificial? Muitas mulheres optam por esse recurso porque não querem ter contato com homens. Se nós, pobres humanos, ainda muito atrasados, já dispomos desse recurso, e Deus? Quando Jesus se dirigiu a João e a Maria, simbolicamente Ele quis dizer que, a partir daquele momento, Maria seria a mãe da nova humanidade, que deixava um ciclo primitivo para um mundo de provas e expiações; assim, João representava a humanidade. Eu tenho verdadeiro fervor e gratidão pela pessoa de Maria. Foi perseguida, teve que se esconder várias vezes; não fosse a proteção do Alto, teria sido lapidada. Leiam a história de Maria e vão compreender o que estou dizendo. Jesus demonstrou durante toda a sua vida muito amor e respeito por Ela. No casamento em que transformou água em vinho foi uma delas; embora não fosse sua hora, disse: “Sim, senhora.” Aqui, neste “vale de lágrimas”, quem não ama sua mãe? Após o falecimento de Jesus, Maria se dedicou à caridade, visitava campos de leprosos sem medo de se contaminar, e João cuidou dela até sua morte física. Eu creio sinceramente que, depois de Jesus no Evangelho, a pessoa mais importante foi Maria. Respeito todos os pontos de vista; afinal, Deus é a unidade e nós somos a variedade. Se alguém ofender nossa mãe, o bicho pega; então, com que direito vamos ofender a mãe de Jesus? E não estou falando de ídolos ou imagens. Caso queiram debater sobre o assunto ou saber mais, sou todo ouvidos. É só acessar mariofsj@yahoo.com.br. Que Maria derrame uma chuva de bênçãos sobre todos nós. O advogado de Maria é Jesus. Se cuidem.

MÁRIO F. S. JÚNIOR.:

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