Autoridades marcam encontro para cobrar do estado a retomada das obras da LMG-748
ter, 20 de janeiro de 2015 00:55ADRIANO SOUZA – A duplicação dos 4 quilômetros da LMG-748, que dá acesso a Indianópolis e ao Distrito Industrial de Araguari, se tornou hoje um verdadeiro pesadelo para quem diariamente utiliza o trecho literalmente destruído com as obras iniciadas em julho e paralisadas no período eleitoral.
A empresa KM Engenharia e Equipamentos Ltda., tinha o prazo de 540 dias para a conclusão dos trabalhos, mas o trecho vive um misto de muita poeira na seca e muita lama no período de chuva além de oferecer constantemente risco de acidentes entre veículos leves em meio a várias carretas que circulam no local. Diante da situação, o presidente da Câmara Municipal Giulliano Souza Rodrigues – Tibá (PTC), comunicou ontem que na próxima quinta-feira, 22, ele e os vereadores Dhiosney Andrade (PTC) e Lúcio Flávio Rodrigues da Cunha – Queijeirinha (PROS), estarão protocolando junto ao Ministério Público local um documento contra o governo do estado responsável pela obra.
“É lamentável chegar a esse ponto, mas não vejo outra solução à não ser cobrar dessa forma. A obra teve início no governo estadual anterior — que não conseguiu eleger o seu sucessor, mas o povo de Araguari não pode ser penalizado com isso e agora o governador eleito Fernando Pimentel (PT) que aliás, teve uma votação expressiva na cidade, deverá dar uma solução para essa situação que hoje vivemos; algo que nos deixa revoltados. Culpo ainda o governo anterior que pelo visto, iniciou uma obra eleitoreira. Se não fosse para concluí-la não deveriam ter dado a ordem de serviço” comentou o vereador que marcou ainda um movimento no local com empresários e imprensa na próxima quinta-feira às 15 horas.
“Além do Ministério Público, como ficamos mais uma vez sem deputado, vamos acionar as esferas do governo do estado para chamar a atenção para este caos que vivemos aqui, um absurdo!” concluiu.
Além de acesso à Indianópolis, a LMG- 748, que fica a 35 km do entroncamento com a BR-365, teve sua duplicação paralisada oferecendo riscos aos condutores que trafegam pelo local. Por exemplo, o trecho da rodovia que dá acesso ao transbordo de carga da Vale do Rio Doce, ainda dá acesso a muitas propriedades rurais, indústrias, tráfego constante de veículos de carga pesada e trabalhadores que fazem o trajeto todos os dias e vivem em constante risco com trânsito totalmente desordenado e local esburacado. A paralisação ocorreu após as chuvas de novembro passado.
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