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Autoridades discutem segurança de caixas eletrônicos de Uberlândia

qui, 27 de fevereiro de 2014 15:59
Vereador Adriano Zago, é autor da Lei Municipal que obriga as instituições financeiras a dotarem medidas de aumento da segurança nos caixas eletrônicos instalados no município. Foto: Divulgação

Vereador Adriano Zago, é autor da Lei Municipal que obriga as instituições financeiras a dotarem medidas de aumento da segurança nos caixas eletrônicos instalados
no município. Foto: Divulgação

ADRIANO SOUZA – Diante do aumento de casos de explosões de caixas eletrônicos em Uberlândia e região, a Câmara Municipal de Vereadores promoveu nesta segunda-feira (24), uma Audiência Pública para debater medidas de segurança nos terminais de auto-atendimento bancário. O evento contou com a participação de representantes dos bancos, Ministério Público, sindicato de vigilantes, Polícias Militar, Civil e Rodoviária e  do Exército.

A sessão, presidida pelo vereador Adriano Zago,autor da Lei Municipal que obriga as instituições financeiras a adotarem medidas de aumento da segurança nos caixas eletrônicos instalados em Uberlândia, contou também com a presença de outros parlamentares. Os vereadores cobraram dos bancos medidas que reduzam a insegurança vivenciada pela população.

O tema a ser debatido na audiência pública foi de autoria dos  vereadores Márcio Nobre (PSDC) Celso Santos (PSC), Felipe Attiê (PP) e Adriano Zago (PMDB), o qual apresentou ao Ministério Público ação contra instituições bancárias que restringiram o horário de funcionamento dos terminais de autoatendimento das agências da cidade.  “A segurança dos bancos é de responsabilidade das próprias instituições, e não somente da polícia”, defendeu Zago. O presidente do Legislativo, vereador Márcio Nobre (PSDC),  destacou a importância da discussão sobre o assunto, visto que assaltos a caixas eletrônicos envolvem a segurança dos cidadãos.

Segundo a Polícia Militar, das 111 pessoas apreendidas nas regiões do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, 76 de Uberlândia e  atuam, inclusive, em outros estados, como Goiás e São Paulo. A gerente nacional executiva de segurança física da Caixa Econômica Federal, Ana Luiza Vasconcelos, afirmou que as instituições financeiras, assim como as autoridades públicas, também  tem buscado formas de combater este tipo de crime.

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