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Abaixo-assinado quer impedir instalação de funerária na avenida Minas Gerais

sex, 11 de julho de 2014 01:18
No imóvel se encontra um veículo funerário e alguns caixões o que  foi suficiente para incomodar os vizinhos. Foto: Gazeta do Triângulo

No imóvel se encontra um veículo funerário e alguns caixões o que foi suficiente para incomodar os vizinhos.
Foto: Gazeta do Triângulo

DA REDAÇÃO – Os primeiros movimentos de uma empresa de Ituiutaba para instalação de uma agência funerária em um imóvel na avenida Minas Gerais tem gerado certa discordância entre a maioria dos moradores próximos ao imóvel escolhido. Um documento contrário à instalação anexado a um abaixo-assinado foi encaminhado para a prefeitura municipal. A reportagem da Gazeta do Triângulo foi acionada ontem por Edvard Alves, comerciante próximo ao local, que apresentou documentos para evitar a instalação da referida funerária.

As razões expostas pelo comerciante que fala em nome dos demais moradores referem-se ao desconforto que será gerado quando a funerária estiver funcionando devido à movimentação constante. Para isso, os moradores pedem principalmente que sejam seguidos critérios básicos como, por exemplo, fazer um estudo de impacto de vizinhança. Edvard disse que no imóvel se encontra um veículo funerário e alguns caixões o que foi suficiente para incomodar os vizinhos. O imóvel aguarda a emissão de um alvará de funcionamento por parte da prefeitura que analisa o caso.

Outro fato abordado pelos reclamantes é em relação a uma Lei Municipal de 1991 que limita o número admissível de funerárias no município. Confira os dois principais artigos da lei citada pelos moradores: “O número admissível de funerárias nessa cidade decorre de forma de concessão ou de meia licença e será proporcional ao número de habitantes do município sendo essa proporção a de uma funerária para cada parcela de cem mil habitantes respeitando-se, no entanto o direito de permanência àquelas já em funcionamento”.

“Art 2 – dessas funerárias em funcionamento aquela que vier a encerrar suas atividades não poderá ser convalidada, nem ser substituída ou sucedida, resultando extinto o correspondente direito de operação a fim de que se alcance a limitação constante”. Edvard lembrou ainda que a empresa percorreu toda a cidade e não teve aprovação dos moradores nos locais visitados.

No entanto a reportagem apurou que a empresa Serviço Funerário Santa Clara está documentada no município desde 1983. Desde já, está aberto espaço para os representantes da empresa se manifestarem sobre o assunto. Os moradores defendem ainda a tese de que as agências funerárias da cidade chegaram primeiro do que os moradores que se adaptaram ao referido comércio, o que é diferente do caso em questão.

8 Comentários

  1. Igor Bruno disse:

    Araguarinos e suas cabeças…
    Primeiro, que lei mais absurda! O preço de morrer é quase 3x o de nascer. Cade espaço para concorrência?
    Segundo, não é da cultura do araguarino ser tão informado sobre leis. Esse senhor Edvard seria proprietário, parente ou amigo de algum dono de funerária ativa na cidade?
    Cabeça pequena… ter um funerária de frente ao meu comércio seria um ganho e tanto. O morto não come, muito menos bebe, já quem vai dar adeus, esse sim poderá ser um novo cliente.
    Gente chata!

  2. Claudio disse:

    Pior se fosse um cabaré, um boteco, morto não faz mal a ninguém, isso é coisa de pessoas que não aceitam a morte como uma consequência da vida, um dia todos nós entraremos em um caixão.

  3. ney disse:

    brincadeira, isso se chama progresso urbano que sossego vai morar na roça.

  4. Isabel disse:

    Isso chama-se preconceito. Todos vão morrer um dia e vão precisar de um caixão. Temos que ter medo é de quem está vivo e não de quem está morto.

  5. Anna Karla disse:

    Isso é um absurdo!!
    Em pleno século XXI e tem gente com a cabeça tão pequena.
    Qual o problema de uma funerária?? Qual o impacto que isso iria trazer pra vizinhança??
    Concordo com Igor, esse Edvard deve ser mesmo parente ou algo parecido de dono de funerária.
    Todos um dia vamos precisar dos serviços de uma funerária, mas ele pode passar a vida toda sem precisar dos serviços do senhor Edvard.
    Vale a pena refletir.

  6. jair afonso da silva disse:

    Sr Edvard são pessoas como o sr que impede o crescimento da cidade certamente o sr e politico os politico de Araguari não quer que Araguari cresça,

  7. Tatiana Ávila de Oliveira disse:

    As leis existem para serem respeitadas, procurem se informar primeiro, o sr. Edvard assim como os demais moradores moram a mais de 40 anos na região em questão. Todo tipo de comércio antes de ser aberto em área residencial deve ter uma pesquisa com os moradores, em virtude do transtorno que isso pode causar. Existem tantos outros pontos na cidade, fora de residências. Cabeça pequena é de pessoas mal esclarecidas, q não respeitam leis e que acham podem fazer de um local sem infraestrutura um comércio. Quem está acima criticando cada um dos vizinhos, pq não é só o sr. Edvar, ele é um representante, que pegue um cômodo ao lado de sua residência e dê para a tal funerária se instalar.

  8. Neide disse:

    A situação não é o cadave ,são as pessoas que vem pro velório moro em uma rua calma ,onde tem muitos idosos e agora abriram uma casa de velorio tirando nossa tranquilidade, onde as pessoas ficam na nossa porta ,é moto fazendo suada enfim ,não estou aqui julgando a família que vem se despedir do seu ente querido ,mas o dono que alugou a casa não conversou com os vizinhos nada ,chegou e acabou ,fora que eles vem pela madrugada e faz a maior zoada tirando a tranquilidade dos moradores.

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