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Sinalização estratigráfica das vias é questionada em sessão ordinária da Câmara

sáb, 16 de junho de 2018 05:04

Da Redação

Pintura das vias deve ser feita com recurso arrecadado pelo sistema Zona Azul

Na primeira sessão ordinária da Câmara de junho, ocorrida no dia 5, a vereadora Ana Lúcia Prado (PTB) apresentou requerimento solicitando informações ao órgão competente acerca da arrecadação aos cofres públicos por meio do sistema de estacionamento rotativo.

Na ocasião, a reportagem da Gazeta do Triângulo entrou em contato com a secretaria de Trânsito, Transportes e Mobilidade Urbana (Settrans) questionando o recurso em caixa e a respectiva utilização. O secretário Luiz Antônio Lopes pontuou que, atualmente, há um crédito de cerca de R$ 225 mil, encaminhado para o Fundo Municipal de Trânsito e Transportes (FMTT), e que deve ser utilizado para a pintura estratigráfica das vias.

Para dar início ao serviço, é necessária a conclusão do processo licitatório, ainda em andamento e sem prazo determinado. “Esses processos são muito demorados, mas estamos sempre cobrando da secretaria de Administração”, afirmou o secretário, em reportagem divulgada no dia 7.

Mas o assunto voltou a ser citado na sessão ordinária desta semana, dia 12. O vereador Wesley Lucas de Mendonça (PPS) pontuou que, quando foi criado o FMTT, não ficou determinado o direcionamento dos gastos para o recurso advindo do sistema de Zona Azul; desta forma, o dinheiro poderia ser utilizado de diversas maneiras.

Devido a este aspecto não determinado, o edil citou que existe um Projeto de Lei na Câmara, a ser votado, para que o recurso do fundo municipal, juntamente com o da taxa de estacionamento rotativo, seja utilizado na pintura das vias. O serviço é cobrado de forma recorrente pelos parlamentares e pela população, principalmente devido aos índices de acidentes de trânsito.

Concomitante ao Projeto de Lei em tramitação, o vereador requereu que o secretário de Trânsito trace um cronograma de sinalização estratigráfica na cidade. “Visto que não há recursos para fazer na cidade inteira, é preciso ter prioridades. Então, que ele possa encaminhar à essa Casa quais serão as prioridades e por onde vai começar”.

O vereador questionou os critérios de urgência que serão utilizados e se as prioridades envolvem as portas de escolas, os locais utilizados por autoescolas e a parte central, por exemplo. “Nós sabemos que precisa esperar o processo licitatório, mas pode começar a estabelecer as prioridades e por onde vão começar”, finalizou.

 

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