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Esposa apresenta versão sobre assassinato em Piracaíba

sáb, 6 de janeiro de 2018 05:46

Da Redação

Eduardo Augusto da Silva, 33 anos, morto a pauladas no primeiro dia de 2018, no distrito de Piracaíba, não era usuário de bebida alcóolica e nem tinha amizade com o autor do crime, apesar de conhecê-lo há muitos anos. Pelo menos foi o que disse a esposa da vítima, ao conceder entrevista nesta sexta-feira, ao programa Chumbo Grosso, da Rádio Vitoriosa AM.

“Meu marido não tinha afinidade alguma com esse homem, que agiu de forma traiçoeira, agredindo o Eduardo pelas costas com o pedaço de madeira. E ninguém viu. Foram várias pauladas”, declarou Eliane Arruda, que estava na casa de uma conhecida na virada do ano.

Ela pede que a Justiça mantenha o assassino preso até que vá a julgamento e seja condenado. “Ficamos sabendo que ele tinha saído da cadeia, mas queremos que continue atrás das grades”, disse.

A reportagem apurou que o homem capturado pela Polícia Militar pouco depois dos fatos, numa mata em Piracaíba, prestou depoimento na Delegacia da Comarca e assumiu ter matado Eduardo, sendo autuado em flagrante pelo crime de homicídio. Em seguida, foi encaminhado ao presídio local, ficando à disposição do Juízo Criminal.

Eduardo Augusto da Silva foi a primeira vítima de homicídio em Araguari nesse ano, cometido pelo motivo fútil. Ele foi golpeado na região da cabeça e chegou a ser atendido no local pelos bombeiros militares, porém, não apresentava os sinais vitais.

“Três viaturas se mobilizaram nessa ocorrência. O autor foi encontrado pouco depois numa mata próxima, tendo em vista que, pelo estado de embriaguez, não conseguiu ir muito longe. Ele não reagiu à prisão e confessou a prática do crime, alegando legítima defesa”, informou a PM.

A Polícia Civil ainda não se manifestou oficialmente a respeito do assassinato.

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