Audição com investigados da CLI do Pão e Leite é adiada
sex, 15 de dezembro de 2017 05:54por Carolina Rodrigues
A audiência de ontem ouviu os advogados de defesa dos investigados e hoje acontecem as oitivas com cinco testemunhas da SAE
A Câmara Legislativa segue como palco das audiências da Comissão Legislativa de Inquérito, a CLI do Pão e Leite. Na manhã de ontem, os vereadores da mesa de investigação, Dhiosney Andrade (PTC), Levi de Almeida Siqueira (PMDB) e Sebastião Joaquim Vieira (PRP), ouviram os advogados de defesa de Edson Dias Vieira Júnior, superintendente da Superintendência de Água e Esgoto (SAE) no período investigado e Weberton Luiz Rocha, proprietário da padaria ganhadora da licitação.

Os vereadores da comissão ouviram os advogados de defesa dos envolvidos
Na ocasião, os edis solicitaram que a data para as oitivas com os investigados fosse 21 de dezembro, mas os advogados alegaram que neste curto prazo não daria para ouvir todas as testemunhas antes do pronunciamento oficial dos envolvidos.
O advogado Sandro Borges Amorim, em defesa do superintendente, ressalta que os investigados têm o direito de entenderem todo o processo, incluindo as oitivas das testemunhas, antes de se pronunciarem formalmente. “É um requerimento que não foi criado pela defesa, não queremos postergar, mas seguir o processo dentro da legalidade”, afirma.
Hoje, 15, a comissão recebe cinco testemunhas da SAE. O presidente da CLI, Dhiosney Andrade, ressalta que, devido ao embate com as questões jurídicas, novos fatos podem surgir, novas pessoas podem ser citadas e intimadas; o que tardaria a finalização do processo, mas pode evitar uma possível nulidade por parte dos advogados.
Desta forma, a possibilidade de finalizar o inquérito este ano, como previa a comissão, é praticamente nula. “Infelizmente, não conseguiremos terminar este ano. Os advogados estão cobrando questões jurídicas e quero entender que não se trata de uma protelação; caso seja constatado, irei trazer a conhecimento público”, alega o vereador.
É válido ressaltar que a comissão não tem a função de punir, apenas de colher os dados do inquérito e fazer um relatório final para encaminhar ao órgão competente; no caso, o Ministério Público Estadual. “Na última oitiva esclarecemos grande parte do acontecido. Agora, resta identificar quem realmente praticou o ‘erro’, para, então, encaminharmos relatório ao Ministério Público, que tomará as providências cabíveis”, finaliza o presidente da CLI.
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Excelente Trabalho a todos do município de cidade Sorriso .Que o mestre ilumine a todos ! Sucesso a policia militar 190 e ao corpo de bombeiros 193 e ao futuro projeto SAMU 192 .