Secretaria investiga alguns casos relacionados à febre chikungunya e dengue
qua, 2 de agosto de 2017 05:10Da Redação
Os casos de febre chikungunya, doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti, aumentaram em todo o estado. De acordo com levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) cinco mortes ocorreram no primeiro trimestre do ano, mas só foram divulgadas recentemente, pois, dependiam dos resultados dos exames laboratoriais. Outros 16 óbitos estão sob investigação.
No mesmo período, também foram registrados 25.607 casos prováveis de dengue. Desses, sete são referentes a pessoas que morreram devido à doença e outros 17 estão sendo investigados. Com relação à febre causada pelo zika vírus, são 873 casos prováveis no estado.

A orientação da coordenadora Lúcia Hirono, é para que a população continue tomando cuidados para a prevenção das doenças
Em Araguari, as notificações tiveram uma considerável redução, mas a coordenadora do departamento de Epidemiologia da secretaria de Saúde de Araguari, Lúcia Hirono, afirma que a população deve manter os cuidados para a eliminação de possíveis criadouros do mosquito e evitar que os registros aconteçam na cidade.
“No ano passado, tivemos um grande número de casos relacionados à estas doenças, então, é importante que os cidadãos continuem com os cuidados em suas residências, principalmente na época de chuvas que se aproxima; não podemos descartar a prevenção”, ressaltou.
Com relação às notificações recebidas, a coordenadora afirmou que no mês de junho foi registrado um caso relacionado à febre chikungunya e outros quatro que podem ser motivados pela dengue. “Os exames dos pacientes foram encaminhados para análise laboratorial em Belo Horizonte. Estamos aguardando os resultados para sabermos as causas destas enfermidades. É importante ressaltar que o município não recebeu notificações de casos de Zika vírus esse ano,” afirmou.
Segundo alertou, apesar de não levar à morte, a Febre Chikungunya
compromete as articulações, assim, a pessoa sentirá dores na coluna e outras partes do corpo, principalmente com as mudanças climáticas. A dengue é uma doença grave e pode levar à morte, mas quando o paciente é tratado, ela não evolui para um caso mais grave,” finalizou a coordenadora.
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