Serviço de transporte coletivo volta a funcionar normalmente
sex, 18 de novembro de 2016 05:20Da Redação
Empresa efetuou pagamento aos funcionários na tarde desta quinta-feira
Na tarde de quarta-feira, 9, da semana passada, o serviço de transporte coletivo foi paralisado no município. A falta de pagamento salarial, que deveria ser efetuado no 5° dia útil deste mês, era a principal reivindicação feita pelos funcionários com o apoio do Sindttrans (Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários).

Usuários ficaram sem transporte durante toda a manhã
Questionados sobre os motivos do atraso, representantes da Sertran (Sertãozinho Transporte Coletivo) empresa responsável pela frota de ônibus, alegaram que as despesas com a folha de pagamento são feitas por meio do repasse mensal da prefeitura de R$ 200 mil, referente ao vale transporte dos servidores públicos.
Poucas horas antes do início da paralisação, a empresa se reuniu na sede do sindicato em Araguari, para solicitar o adiamento da greve tendo em vista que o recurso seria disponibilizado pela autarquia municipal na sexta-feira, 11, o que não aconteceu.
Ainda na tarde de quarta-feira foi decretada a paralisação e os usuários ficaram sem transporte público por dois dias. No sábado, 12, após acordo entre a empresa e os trabalhadores, as atividades foram retomadas parcialmente com a promessa de que o pagamento seria depositado na conta dos funcionários um dia depois do feriado, isto é, nesta quarta-feira, 16.
No entanto, o acordo foi descumprido e por isso, o serviço de transporte coletivo foi totalmente paralisado na manhã desta quinta-feira, 17. No início da tarde, a equipe de reportagem do Gazeta do Triângulo compareceu na garagem da empresa e foi informada que as atividades seriam retomadas, pois o pagamento estava sendo feito.
Segundo informações do diretor da Sertran, Francis Lorran Silva Duarte, a prefeitura repassou integralmente o dinheiro e a metade foi utilizada para quitar a folha de pagamento. “Na parte da manhã realizamos a operacionalização para efetuar o pagamento salarial de todos os trabalhadores e o transporte coletivo voltou a circular normalmente por volta das 13h30”, confirmou o diretor.
Emerson Resende, que utiliza o transporte coletivo para ir trabalhar, entrou em contato com a reportagem para manifestar a sua revolta em relação a prestação de serviço. “As paralisações não podem acontecer assim, de uma hora para outra. Levanto cedo para trabalhar e ainda tenho que me deparar com a falta de condução. Isso é um verdadeiro absurdo. Além disso, a empresa continua com o contrato emergencial. Isso é contra a lei”, argumentou.
Conforme acompanhado pela reportagem, a empresa foi escolhida para prestar o serviço em caráter emergencial no mês de novembro de 2013 e desde então, os contratos são renovados e diversas paralisações anunciadas pelo sindicato.
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Prezado Redator,
Aceita correções ?! No título, a grafia correta é “anormalmente”…
Tenciosamente, ;-)
Janis Peters Grants.
Tudo que começa errado, termina errado. Do que adiantou tirar uma empresa que trabalhava na legalidade para colocar uma fraudulenta, na qual só mudou a cor. Não me lembro do Expresso e nem do Cidade pararem nem um dia, ainda mais por falta de pagamento. São umas coisas estranhas parecem as experiências de Hitler tira o braço de um coloca-se no outro. Eu acho que trocou só porque eram verdes e não iriam acostumar com tanta bagunça.