Ocorrências de queda da própria altura se tornam constantes no município
sáb, 24 de outubro de 2015 08:30Da Redação
Parece bobagem, mas não é. Queda da própria altura se tornou uma modalidade de ocorrência atendida constantemente pelo Corpo de Bombeiros Militar em Araguari. Existem ainda os casos onde as vítimas procuram atendimento por conta própria ou preferem se cuidar em casa.

Atendimento à vítima de queda da própria altura
A faixa etária mais atingida envolve homens e mulheres a partir dos 60 anos, tendo em vista que a progressão da idade reduz os reflexos, a massa muscular e a densidade óssea, contribuindo para o problema. Usuários de entorpecentes e pessoas em algum tratamento médico também são afetadas.
Tapetes indevidos, escadas, buracos em calçadas e nas vias, animais correndo soltos dentro de casa ou no quintal, pisos escorregadios (cozinha e banheiro) entre outras situações levam aos acidentes. Apenas nas últimas semanas foram quase 20 ocorrências dessa natureza em Araguari.
No início da madrugada da última quarta-feira, 22, no Centro de Araguari, uma mulher de 99 anos sofreu uma queda e fraturou o fêmur da perna direita. Militares do Corpo de Bombeiros fizeram os primeiros atendimentos e encaminharam a vítima ao pronto-socorro.
Dias antes, no bairro Paraíso, um homem de 81 anos caiu no banheiro de sua residência, sofrendo lesões no rosto e braço. Com muitas dores, foi levado para cuidados médicos. Na avenida Tiradentes, uma senhora de 89 anos sofreu uma queda na porta de uma agência lotérica. Ela se feriu no rosto, braços e pernas. Depois de imobilizada, a vítima foi levada ao PS. No mesmo dia, no residencial Bella Suíça, uma mulher de 60 anos se desequilibrou e caiu, sofrendo lesão na região lombar.
A queda da própria altura, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é considerada como um problema de saúde pública por conta do alto custo do tratamento. Muitas vezes um tombo aparentemente bobo acarreta numa internação e pode levar a intervenção cirúrgica, em razão de fraturas, luxações e traumatismos na cabeça.
Se a queda da própria altura é um evento que pode ocorrer por multifatores, há prevenções que podem minimizá-la, como uma educação continuada, oferecendo meios para que a população fique ciente de que esse tipo de acidente também pode levar danos à vida das pessoas.
Muitas vezes, essa educação continuada é aplicada explicando os cuidados que deverão proceder, como em casos de idosos, utilizarem tapetes antiderrapantes, móveis com os cantos arredondados, evitar andar sozinhos em vias públicas, enfim, vários cuidados que podem prevenir o problema.
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