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Investigações sobre homicídios seguem sem novidades

sáb, 25 de outubro de 2014 02:25

DA REDAÇÃO – Ainda não há novidades sobre os dois últimos assassinatos ocorridos em Araguari, os quais vitimaram Antônio Cardoso dos Santos (68 anos) e Bruno Vieira de Souza (17). Os dois casos foram registrados na região norte da cidade.

A Gazeta do Triângulo entrou em contato com a delegada Paula Fernanda de Oliveira, que havia recebido os inquéritos, no entanto, conforme adiantou, os crimes não serão investigados por ela, apesar de as vítimas se tratarem de um idoso e um adolescente. Nos dois casos o delegado de plantão, Felipe Oliveira compareceu aos locais.

“Testemunhas estão sendo ouvidas e tenho certeza que os delegados que assumirem os inquéritos irão solucionar estes crimes”, comentou Paula Fernanda.

Antônio Cardoso dos Santos foi a 20ª vítima de homicídio doloso no município em 2014. Ele foi morto a tiros, no dia 14, na região das Araras, às margens da MG-414 (rodovia que dá acesso ao distrito de Amanhece).

A mulher dele contou que Antônio saiu de casa, na rua Tupaciguara, bairro Miranda, por volta das 17h para tratar de seus animais na chácara das Araras, o que fazia constantemente. Relatou que retornaria as 18h30, pois iriam à igreja naquela noite. Porém, conforme afirmou, até 22 horas o homem não havia voltado, causando estranheza. A esposa e o filho foram até a propriedade rural e se depararam com o ente querido sem vida, caído em uma estrada, apresentando uma perfuração na nuca e outra na perna. Havia também marcas de violência – ferimentos na mão e no braço direitos, e uma fratura na perna.

No dia 8, Bruno Vieira de Souza foi encontrado morto ao lado de um terreno baldio, com ferimentos na cabeça, causados provavelmente por golpes de pedras e tijolo. O crime ocorreu na rua André Fernandes Reis, no bairro Vieno.

Uma estudante de 14 anos teria presenciado os fatos junto com uma mulher. Conforme ela, quatro autores chegaram pouco depois das 23h em um veículo de cor preta, abordaram o garoto e o espancaram até a morte. A testemunha, no entanto, não forneceu as características dos envolvidos. A vítima possuía várias passagens pela polícia, de acordo com a própria PM.

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