Araguari recebe alerta do Ministério da Saúde sobre ebola
qua, 27 de agosto de 2014 11:44Medidas preventivas contra o vírus são repassadas a diversos municípios
DA REDAÇÃO – Após a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretar estado de epidemia do vírus ebola no continente africano, o Ministério da Saúde iniciou uma série de alertas enviados aos municípios brasileiros em caso de riscos da doença. Uma das cidades a receber as precauções foi Araguari.
Em uma nota enviada essa semana ao governo municipal, o Ministério da Saúde ratificou a preocupação com brasileiros que trabalham na África, além de indicar um centro de referência imediato em caso de riscos de vírus na cidade.
Coordenadora do departamento de Epidemiologia da secretaria de Saúde, Maria Lúcia Hirono explicou o alerta, mas rechaçou qualquer preocupação alarmante com relação à Araguari e região.
“Vivemos num mundo com acesso global constante e em se tratando de uma epidemia tão forte, a preocupação deve ser universal. Mesmo assim, não podemos criar alardes. O Ministério da Saúde apenas alertou para que se houver alguma suspeita, a secretaria estadual seja imediatamente notificada. Cada estado detém uma central e contamos com um hospital de referência em Belo Horizonte, onde todos os pacientes com sintomas devem ser encaminhados”, explanou.
Segundo levantamento da OMS, 1.427 pessoas perderam a vida em decorrência do vírus no continente africano. Todas as mortes foram registradas na região oeste, mais precisamente em Serra Leoa, Libéria, Guiné-Conacri e Nigéria. Até então, 2.615 pessoas estão infectadas com a doença.
EBOLA
A infecção pelo ebola é considerada uma das mais perigosas do mundo, provocando uma febre hemorrágica com até 90% de índice de mortalidade. O vírus foi identificado pela primeira vez em 1976, na República Democrática do Congo, nas proximidades do Rio Ebola. A transmissão se dá pelo contato direto com o sangue, secreções ou sêmen dos portadores. Em virtude disso, alguns funcionários de saúde de outros países que lidaram com os pacientes acabaram infectados, levando a febre alta, fraqueza, dor muscular e inflamação na garganta, além de vômitos, diarréia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e até sangramento em alguns casos.
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