Falta de acordo entre hospital particular e secretaria de Saúde motiva intervenção do legislativo
sex, 24 de junho de 2016 05:05Da Redação
Desde o dia 1º de junho, o hospital Santo Antônio paralisou a internação na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) de pacientes encaminhados pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Atualmente, o hospital disponibiliza quatro leitos de Unidades de Tratamento Semi Intensivo destinados ao SUS.
Preocupados com a possibilidade de paralisação destes atendimentos e com o objetivo de que a UTI seja novamente viabilizada, os vereadores da base e da oposição estiveram em reunião na manhã desta quarta-feira,22.

Vereadores da base e oposição solicitam acordo entre unidade de saúde e prefeitura
Conforme relatado pelo legislativo, a proposta feita pelos representantes da unidade de saúde é de que haja complementação por parte da prefeitura no valor de 70 mil reais.
No entanto, a secretária municipal de Saúde, Lucélia Rodrigues, diz que os investimentos devem ser feitos em hospitais públicos e filantrópicos. “Temos a parceria com a Santa Casa, que dispõe de UTI tipo 2, ou seja, com toda estrutura necessária para atender casos graves, onde são disponibilizados dez leitos de UTI adulto e também neonatal. A nossa prioridade é atender o paciente. Não temos o objetivo de entrar em discussões políticas”, argumentou. Sobre os demais serviços disponibilizados no Hospital, a secretária disse que o Hospital continua atendendo normalmente casos de ortopedia.
De acordo com o vereador Wesley Lucas de Mendonça (PPS), um dos participantes da reunião, o departamento jurídico da secretaria de saúde informa que é ilegal esta complementação solicitada em virtude da unidade ser particular e não ter finalidade filantrópica como é o caso da Santa Casa de Misericórdia. “Contesto de forma veemente esta afirmação, pois, desde que estou no serviço público estes complementos são feitos por meio de autorização legislativa. Sugiro ainda que se houver preocupação por parte da secretária de saúde que ela possa envolver o ministério público por meio de um Termo de Ajuste de Conduta como tem sido feito em diversas outra demandas. Uma vez que a vida é o bem maior e o poder público tem por obrigação esgotar todos os mecanismos para preservar a saúde daqueles que mais precisam”, destacou.
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Pela cara de alegria dos integrantes da foto, podemos observar a seriedade da reunião e o quanto estão realmente preocupados, conforme relatado por um dos participantes….. que vergonha
Se realmente estivessem preocupados com a saúde do povo,estariam lutando por um hospital público e de qualidade! Aliás o dinheiro veio,mas o hospital não saiu não é? Onde estão os equipamentos do hospital público de Araguari,para onde foi levado? A população quer saber! Mas isso não importa para eles mesmo…
Me parecem mais preocupados em sair bem não