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Coluna: Cantinho do Mário (04/07)

sáb, 4 de julho de 2020 00:06

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DIVINO RESENDE PRADO

DIVINO RESENDE PRADO

DIVINO RESENDE PRADO, natural de Corumbaíba -GO, nascido aos 07.08.1954. Pais: Benedito José do Prado e Dirk Resende do Prado. Casado com Maria de Fátima Jesus Prado. Filhos: Carlos Eduardo, aeroviário, Tânia Mara, administradora e Renata, administradora. Passou a infância em Corumbaíba e aos doze anos de idade mudou-se para Araguari para estudar e trabalhar. Contudo, a vida nos reserva surpresas e com onze anos de idade seu pai faleceu. Começou a trabalhar muito jovem. Seu primeiro emprego foi na Regional Calçados, onde trabalhou por três anos. Trabalhou na feira livre por um ano. Com dezessete anos foi trabalhar na Agencia Volkswagen de Araguari, como auxiliar de funilaria. Lá conheceu o Sr. José Figueiredo, que lhe passou as primeiras noções da profissão. Aos poucos se tornou um excelente profissional. Em 1974, resolveu voar com suas próprias asas e montou uma oficina na Avenida Coronel Theodolino Pereira de Araújo, 1702, onde trabalhou de 1974 até 1988. Em 1988, mudou-se para a Avenida Minas Gerais, 203, onde está até hoje. Em sua oficina atende particulares e seguradoras, mas somente carros e camionetes. Sua empresa se denomina Scap Car Escapamentos. Telefones: 3242-5677 e 99884-2223. Ele é um cara bacana, fácil de negociar e muito competente. Só não faz chover. Propus um slogan pra ele colocar na parede: “O impossível fazemos na hora, milagres demoram um pouco mais.”  O cara é fera na funilaria. Um super abraço ao Divino, um amigo de muitos anos, que não tem medo do trabalho, sempre disposto, alegre e com aquele baita sorriso no rosto.

 

CASOS E HISTÓRIAS PITORESCAS DE ARAGUARI

O ZÉ é um sujeito positivo, de bem com a vida e muito religioso. Ele não fala “Jesus”, mas “Nosso Senhor Jesus Cristo”, e quando está com seu típico boné faz questão de tirá-lo em respeito ao nosso Mestre. Ele, muito simples, cata papelão, plásticos e outros para sobreviver. Outro dia guardei um papelão pra ele, quando passou o chamei e ele veio com aquele sorriso. Neste momento, outro amigo nosso se aproximou, nos cumprimentou e comentou: “E aí gente, vivendo de angústia?” O Zé correu o olho nele e balançou a cabeça de forma negativa. Ele se foi e o Zé lamentou: “-Mário, esse cara não deve acreditar em Deus, está sofrendo, com medo de um mal que talvez nunca o alcance.” Montou em sua magrela e pedalou. Pensei comigo, nós nascemos, crescemos, vivemos e morremos, o Zé tem razão, vamos nos cuidar e pé na tábua. Ser feliz não é viver apenas momentos de alegria, é ter coragem de enfrentar os momentos de tristeza e sabedoria para transformar os problemas em aprendizado. Tudo passa gente!

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