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Trecho da avenida Minas Gerais é interditado para o desfile cívico-militar de 7 de setembro

qui, 7 de setembro de 2017 05:26

por Tatiana Oliveira

Acesso será liberado para veículos após conclusão da passeata

O dia 7 de setembro de 2017 marca os 195 anos de Independência do Brasil. Para celebrar a data, a prefeitura, junto ao 2º Batalhão Ferroviário, realiza hoje, o tradicional Desfile Cívico Militar. O evento está programado para início às 8h30 na avenida Minas Gerais em frente ao Instituto Master de Ensino Presidente Antônio Carlos.

Fanfarras se apresentam nesta manhã

Fanfarras se apresentam nesta manhã

 

A concentração será entre a Escola Estadual Professor Antônio Marques e a avenida Bahia. O trecho da avenida Minas Gerais está interditado a partir das 7h30, com previsão de liberação após o término do desfile.

Segundo informações repassadas pela professora Maria Vitória Araújo, participam do desfile 21 instituições, dentre elas a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, militares do Exército e instituições de ensino do município. “É uma forma de exercer o civismo, o patriotismo”, afirma.

Organizado pela secretaria de Educação, o desfile irá contar com a participação de alunos de escolas da rede municipal e estadual, além de servidores públicos. As fanfarras de três colégios estaduais, dos Desbravadores e a Banda Musical de Araguari “Maestro Luiz Bastos” irão se apresentar no desfile.

O Batalhão desfila com aproximadamente 250 militares, e está responsável pela coordenação de pista. “Teremos neste ano o desfile do pelotão de boinas azuis, que fez parte de missões de paz, e do pelotão de mulheres. Além disso, militares do NPOR e do GLO também estarão na passeata”, afirma capitão Décio.

Independência ou morte

Desfiles de 7 de Setembro são tradição desde o século XIX. Todos os anos, milhares de pessoas se reúnem em avenidas na maioria dos municípios do Brasil para celebrar a Independência do País, comemorada em 7 de setembro com desfiles cívico-militares. Neste ano, será celebrado o 195º ano da independência do Brasil de Portugal, declarada em 1822.

Conforme os registros históricos, Dom Pedro estava sob forte pressão das cortes portuguesas e elite brasileira para que uma posição fosse tomada. Os primeiros queriam que o príncipe regente voltasse à Portugal, para que a corte pudesse recolonizar o Brasil e eliminar por aqui os focos de resistência que a metrópole começava a enfrentar com relação ao controle econômico e político. O segundo grupo, por outro lado, cobrava de Dom Pedro sua permanência na colônia e que lutasse contra Portugal para que o Brasil tivesse a chance de se tornar uma nação independente.

Embora o príncipe tentasse adiar a todo custo a tomada de uma decisão, foi durante uma viagem para São Paulo, com objetivo de resolver disputas políticas na província que ele teve que “sair do muro”. No dia 7 de setembro, enquanto estava às margens do rio Ipiranga, ele foi alcançado por um mensageiro que trazia uma carta de Portugal exigindo sua obediência à Corte. Naquele momento, Dom Pedro pesou a situação, tomou coragem e seu ato seguinte ficou conhecido como o “grito do Ipiranga”, bradando: “Independência ou morte!”

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