Servidores de segurança pública manifestam em Belo Horizonte em busca de recomposição salarial
qui, 10 de março de 2022 09:09Da Redação
Ontem, 9, profissionais da segurança pública de Minas Gerais se reuniram no período da manhã, na praça da Estação, localizada no hipercentro de Belo Horizonte. Os manifestantes caminharam pela avenida Afonso Pena e passaram pela praça Sete. A parada final do percurso foi a Cidade Administrativa.
O ato contou com a presença de cerca de 50 mil pessoas, dentre elas integrantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal e Corpo de Bombeiros.

Aproximadamente 107 caravanas desembarcaram em Belo Horizonte
A previsão era que servidores e familiares de 61 cidades do interior do estado, desembarcassem na capital mineira.
Esse é o terceiro manifesto de grande proporção realizado pela categoria em 2022. Os servidores protestam contra o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e a favor da recomposição salarial proposta pelo govenador Romeu Zema (Partido Novo).
Os manifestantes reivindicam que o governador Romeu Zema cumpra um acordo feito em 2019, que previa recomposição salarial dos servidores das forças de segurança, anualmente, de 2020 a 2022. O primeiro reajuste, de 13%, foi pago em 2020, mas nesse mesmo ano o governador vetou os outros dois pagamentos de 12%.
É importante deixar claro, que as forças de segurança e os membros da saúde foram os únicos que não pararam de trabalhar durante o período de pandemia, e que a Polícia Militar continuou prestando seus serviços, mesmo com a manifestação em Belo Horizonte.
“Nós, desde o início, estamos reivindicando que o governador está nos devendo. Ele firmou conosco um compromisso de 24% de recomposição das perdas inflacionárias. Não é reajuste, não é aumento, é recomposição”, disse Aline Lisi, diretora da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL).
Os manifestantes também desejam que governador Zema desista de tentar instituir a adesão de Minas Gerais ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O projeto criado pela União para ajudar os estados com problemas financeiros, é a esperança do atual governo para renegociar um débito que está em aproximadamente de R$ 140 bilhões. Em que pesem as dificuldades no fluxo de caixa, servidores estão preocupados com os danos as carreiras do funcionalismo.
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Governo atual recapitulando 1997. Trazer gente de outro estado, que não conhece e não está nem aí com a história de Minas Gerais e despreza os feitos históricos e heróicos de uma corporação bicentenária, para ser seu auxiliar direto, resulta no reviver erros de governos idos. É preciso valorizar Educação, Saúde e Segurança. Valorizar os que não são de cargos de confiança e verdadeiramente carregam nas costas o piano Minas Gerais se torna essencial em qualquer governo sério e competente. O Estado transitório tem de se subordinar ao Estado permanente e nunca o contrário.
melhor zema do que os ladroes petitas que roubaram e endividaram minas e o país. O zema ao menos acabou com o parcelamento salarial. E durante o governo petista de rapina não teve greve. Zema não dá mais aumento por causa das dívidas petistas.