Selecta é adquirida pela empresa sul-coreana CJ Cheil Jedang
sex, 25 de agosto de 2017 05:20Da Redação
Fábrica de óleo será construída em Araguari e deve gerar aproximadamente 150 empregos
A empresa sul-coreana Cheil Jedang adquiriu, em junho desse ano, o controle de sua unidade brasileira de soja Selecta. A solenidade para oficializar a transação da venda ocorrerá nessa sexta-feira, 25, em Goiânia, e contará com a presença do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Ministro da Agricultura, Blairo Borges Maggi.

A Selecta se dedica à produção de azeite e outros derivados da soja
De acordo com o secretário municipal de Serviços Urbanos, Juberson dos Santos Melo, a empresa deve iniciar a construção de uma fábrica de óleo em Araguari ainda esse ano. “A expectativa é que, nesse segundo semestre, a empresa inicie o serviço topográfico e a preparação do solo, então, além de manufaturar a soja em ração, esse produto também será transformado em óleo com a nova fábrica”.
A empresa terá um investimento na ordem de R$ 250 milhões e deve gerar aproximadamente 150 empregos diretos. “Hoje, a Selecta conta com 420 trabalhadores diretos e 130 indiretos. Com a ampliação, a expectativa é gerar mais 130 empregos diretos, sem contar os indiretos, e isso é muito importante para a cidade de Araguari do ponto de vista econômico”.
A solenidade para oficializar a transação ocorrerá na sede da empresa Selecta, localizada na cidade de Goiânia. “Eu e o prefeito Marcos Coelho (PMDB) estaremos na solenidade e, em setembro, programaremos uma agenda com a diretoria da Selecta em Araguari, para que seja feito um novo pronunciamento”.
Segundo o secretário, além das novidades relacionadas à empresa, as obras de duplicação da rodovia LMG-748, que dá acesso ao Distrito Industrial, foram retomadas. “Em setembro a rodovia receberá a iluminação de LED dos dois lados da avenida”.
Sobre a empresa
A Selecta se dedica à produção de azeite e outros derivados da soja, com uma capacidade de cerca de 700.000 toneladas anuais. A empresa chilena Corpesca tinha uma participação de 70% na unidade brasileira e, em junho, assinou um contrato com a CJ Cheil Jedang, englobando 60% da propriedade.
A operação foi avaliada em 214 milhões de dólares e os outros 10% permanecerão com a filial brasileira da Corpesca, com a opção de vendê-las também à CJ uma vez cumprido um prazo de dois anos da transação. Além disso, a venda reportará um lucro estimado de 129 milhões de dólares à Corpesca.
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