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Secretário de Meio Ambiente é questionado por vereadores em relação ao aterro sanitário

sex, 14 de dezembro de 2018 05:00

Da Redação

Vereador sugere implantação de sistema para separação de materiais recicláveis no local

O secretário de Meio Ambiente, Hamilton Tadeu de Lima Junior, utilizou a tribuna nessa terça-feira, 11, durante a sessão ordinária da Câmara Municipal. O responsável pela pasta foi questionado pelos vereadores em relação ao aterro sanitário e a possibilidade da implantação de um sistema de separação de materiais recicláveis no local.

De acordo com Hamilton Junior, a secretaria promove um trabalho de monitoramento no aterro sanitário. “Nós realizamos o monitoramento do lençol freático para verificar se há contaminação e, até o momento, não foi constatado nenhum tipo de contaminação. O aterro municipal é licenciado pelos órgãos competentes e, inclusive, estamos realizando o processo de renovação do licenciamento. É uma questão de tempo para que essa licença seja renovada”.

O secretário foi questionado pelo vereador Paulo do Vale (PV) em relação à possibilidade da implantação de um sistema para a separação de materiais recicláveis no local. “Infelizmente, no Brasil, existem poucas usinas que fazem a seleção desse material. Hoje, não há a retirada desse material do aterro, porém, nada impede que a associação que existia no local volte a funcionar e recolha esse material”, explicou o secretário.

Conforme o secretário, todo o material depositado no local é de total responsabilidade da empresa contratada para o gerenciamento do aterro. “Poucos municípios possuem uma usina de triagem, mas existe a possibilidade de encaminharmos um requerimento à empresa prestadora do serviço e verificarmos se há alguma possibilidade de que esse material seja recolhido, respeitando a legislação”.

O secretário comentou que, atualmente, está sendo aberta a segunda célula do aterro sanitário. “A primeira célula foi fechada e estamos abrindo a segunda. Há previsão, conforme a necessidade, para a abertura de uma terceira célula. A área do aterro é muito grande e é destinada especificamente para essa finalidade. A área ainda comporta vários anos e espero que, futuramente, tenhamos tecnologias disponíveis para que não sejam mais necessários aterros sanitários nas cidades”.

O secretário acrescenta que Araguari assumiu o compromisso de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), para que a coleta seletiva seja realizada em todo o município. “Hoje realizamos a coleta seletiva para a ASCAMARA, mas, no prazo de um ano, nossa expectativa é ampliar a coleta e também realizarmos projetos de conscientização da população”.

A coleta seletiva será realizada seguindo os moldes de outros municípios. “Participamos de duas reuniões em Uberlândia e, ainda nessa semana teremos outra reunião nesse sentido, para que possamos finalizar as adequações e implantar a coleta seletiva em toda a cidade. Com esse TAC, pretendemos fazer um projeto envolvendo diversas secretarias”.

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