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Primeira quinzena do ano sem assassinato em Araguari

sáb, 17 de janeiro de 2015 10:52
Patos de Minas registrou quatro assassinatos em quatro dias neste mês. Foto: Divulgação

Patos de Minas registrou quatro assassinatos em quatro dias neste mês. Foto: Divulgação

DA REDAÇÃO – Assim como em 2014, o município de Araguari não registrou assassinatos nos primeiros 15 dias do ano. Por outro lado, algumas cidades da região começaram 2015 de forma assustadora, especialmente Patos de Minas, que chega a superar as metrópoles Uberlândia e Uberaba.

No ano passado, em Araguari, o primeiro homicídio doloso – quando há a intenção de matar – foi registrado somente no dia 15 de fevereiro. Em compensação, três casos ocorreram na mesma data. Outras duas mortes aconteceriam dias depois. Ao final do ano, foram 26 assassinatos na “Cidade Sorriso”.

Segundo profissionais ouvidos pela Gazeta do Triângulo, não há explicação concreta para essa trégua nas primeiras semanas do ano, mas destacam que o combate ao tráfico de entorpecentes tem sido crucial para evitar esse tipo de crime contra a vida. Para eles, a maioria dos homicídios dolosos é proveniente do mundo das drogas, onde há um “tribunal particular” para acertos de contas.

Enquanto em Araguari o ano se inicia de forma pacífica, não se pode dizer o mesmo de outros municípios de ponta. Em Patos, por exemplo, foram quatro assassinatos em quatro dias, com a motivação ligada ao tráfico. A cidade do Alto Paranaíba é, assim, a mais violenta até o momento na região. Em 2014, 30 pessoas foram mortas em território patense.
O primeiro caso dessa natureza em Uberlândia foi registrado apenas no dia 6 de janeiro, por incrível que pareça. Depois disso, somente no dia 13 houve outro homicídio, ou seja, 50% a menos do que Patos de Minas.

Em Uberaba são três assassinatos até agora em 2015. Na terra do Zebu, 65 pessoas foram mortas no ano passado representando o aumento de 90% em relação a 2013.

HOMICÍDIOS DOLOSOS – JANEIRO

Patos de Minas – quatro casos
Uberaba – três casos
Uberaba – dois casos
Monte Carmelo – um caso
Indianópolis – um caso
Presidente Olegário – um caso
Pirajuba – um caso
Ituiutaba – um caso

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