Pelo segundo mês consecutivo, agropecuária lidera contratações formais no município
ter, 23 de junho de 2015 07:16Da Redação
Setor manteve bom desempenho em abril e maio favorecido pela colheita de café na região; no geral, município tem baixo desempenho na criação de novas vagas
Mesmo com o avanço do desemprego no país e em Minas Gerais, o município conseguiu manter um saldo positivo de contratações formais em maio. É o que apontam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho na sexta-feira, 19. Foram 788 trabalhadores contratados e 754 demitidos, ou seja, 34 vagas a mais.

Colheita de café garante à Agropecuária criação de novas vagas de emprego formal
No ranking de evolução do emprego nos 100 municípios do estado com mais de 30 mil habitantes, Araguari ocupou em maio o 28º lugar. Na série histórica do mesmo mês em nove anos, o desempenho em 2015 superou somente 2014, que teve saldo positivo de apenas 4 vagas, e 2009, com 42 postos de trabalho eliminados.
Mantendo a média de contratações de abril, o setor de Agropecuária garantiu novamente o desempenho positivo da cidade no Caged, com 183 contratações e 71 demissões, saldo positivo de 112 vagas. Tal resultado se deve à época de colheita do café, cultura abundante na região.
Com um modesto acréscimo de 14 novas vagas, Comércio teve 232 trabalhadores contratados e 218 demitidos. Os dois setores foram os únicos positivos.
Construção Civil teve 42 vagas eliminadas, ao demitir 74 funcionários e contratar 116. Indústria também fechou no vermelho, com 112 admissões e 132 contratações. O setor de Serviços teve 24 baixas, resultado de 186 contratações e 210 demissões.
MINAS GERAIS
Em Minas Gerais, as demissões superaram as contratações em maio, o que levou a um saldo negativo do emprego formal de 10.024 vagas eliminadas. Foi o primeiro resultado no vermelho para o mês analisado desde 2003, ou seja, em 13 anos. Ainda de acordo com o levantamento do emprego formal no mês passado, a indústria de transformação mineira respondeu pela maior parte do decréscimo de vagas, ao demitir 7.061 trabalhadores, descontados os contratados. A construção civil impôs saldo negativo de 6.216 postos; o setor de serviços de 5.518, e o comércio, de 1.151. Não foi suficiente o desempenho positivo da agropecuária, com 10.540 contratações a mais que as demissões.
BRASIL
O Brasil também ficou no vermelho: fechou 115.599 vagas formais de trabalho. É a primeira vez em que as demissões superam as admissões em um mês de maio desde 1992, segundo dados históricos do próprio ministério. O saldo negativo é resultado de 1.464.645 admissões contra 1.580.244 demissões no mercado de trabalho.
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