Outubro registra novos casos prováveis de Dengue e Chikungunya em Minas Gerais
ter, 16 de outubro de 2018 05:32por Carolina Rodrigues
A Secretaria de Estado de Saúde divulgou, no começo desta semana, novo boletim epidemiológico com números de casos prováveis das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Em comparação com o levantamento anterior, houve um aumento de 2% nos casos de Dengue, mais especificamente 477, em Minas Gerais – até o momento, foram registrados 24.329 casos.

Araguari registrou mais de 30 casos de Dengue até o momento
**Divulgação
Deste total, foram contabilizados oito óbitos em residentes dos municípios: Araújos, Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Moema e Uberaba. Há outros dez óbitos em investigação para a doença.
Em relação à febre Chikungunya, o aumento foi de 1,9%, registrando 216 novos casos prováveis, concentrados na região do Vale do Aço. Deste total, 110 são gestantes, sendo que 43 foram confirmadas pelo critério laboratorial. Até a data de publicação do informe, foi confirmado apenas um óbito no município de Coronel Fabriciano e há duas mortes em investigação.
Os casos de Zika no Estado diminuíram em dez, registrando até o momento 163 prováveis, sendo 48 em gestantes e 13 por confirmação laboratorial. Casos em mulheres grávidas foram registrados em 23 municípios, com destaque para Ipatinga, Coronel Fabriciano, Belo Horizonte, Janaúba e Uberlândia.
Em Araguari, segundo os dados do boletim, são 49 casos de Dengue, com maior incidência nos meses de maio e junho. Conforme reportagem divulgada pelo Gazeta do Triângulo no começo deste mês, 31 casos foram confirmados. No que se refere à Chikungunya, são nove casos prováveis e Zika não há registros.
Prevenção
A secretaria municipal de Saúde, por meio do departamento de Zoonoses, permanece com ações contínuas de combate ao mosquito. Rotineiramente são feitas visitas domiciliares e pequenos mutirões em locais pontuais, com suspeitas de foco do transmissor. Essa atuação acontece de segunda-feira à sábado para manter o município protegido e tentar diminuir o número de casos.
Outra ferramenta utilizada é a armadilha Ovitrampas. No município, foram instaladas 210, que estão espalhadas pela cidade, em residências e pontos comerciais. Por meio deste artifício, é possível atrair os mosquitos e detectar os índices de infestação, criando mais controle e monitoramento, de forma a aperfeiçoar as futuras ações.
Mas, para que o trabalho seja efetivo, é preciso que as pessoas colaborem. Os principais focos do mosquito permanecem em locais de combate que devem ser feitos pelos moradores, como vasos de plantas, ralos, garrafas e outros. Não deixe água parada!
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