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Organização Social recebe aval para dar continuidade a gestão da UPA

qui, 20 de julho de 2017 05:23

Da Redação

Repasses da prefeitura estão em dia

Até a semana passada, a Organização Social Missão Sal da Terra ainda não havia efetuado o pagamento relativo ao mês de junho aos funcionários da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas). O motivo foi o atraso da prefeitura no repasse feito mensalmente de aproximadamente 1,3 milhão de reais.

Unidade de saúde funciona 24 horas por dia

Unidade de saúde funciona 24 horas por dia

 

Na tarde desta quarta-feira, 19, a secretária de Administração, Thereza Griep, afirmou que a prefeitura viabilizou o acerto. Segundo apurado pela reportagem, a OS promoveu o pagamento de todos os seus colaboradores.

Conforme informações, em torno de 400 mil reais são utilizados para pagamento dos trabalhadores e o restante para compras e manutenções de itens necessários para o funcionamento da UPA como equipamentos e medicamentos. A secretária de Administração informou ainda que o contrato para que a Missão Sal da Terra dê continuidade aos trabalhos foi estendido por mais seis meses.

Em funcionamento desde o mês de julho do ano passado, o número de pacientes saltou de 3 mil em 2016 para 5 mil em 2017. Fundada em 1981, a Missão Sal da Terra também é responsável pela gestão de Unidades Básicas de Saúde, creches e abrigos em Uberlândia. No total são mais de mil colaboradores, em Araguari são aproximadamente 220, sendo 47 médicos, 65 técnicos de enfermagem. Quase 90% dos funcionários são de Araguari.

A Unidade de Pronto Atendimento é a porta de entrada para casos de urgência e emergência como acidentes graves de trânsito. O local possui protocolo de Manchester conforme determinação internacional, sendo assim, as pessoas são atendidas conforme o grau de necessidade.

2 Comentários

  1. m.j.b disse:

    ………..ministerio publico olha ete contrato milionario,1.300.000,00,,,,,,,,,,,abre os olhos

  2. Vinicius disse:

    Sim, R$ 1.300.000, 00 para ser gasto com funcionários, medicamentos e outras despesas operacionais. Esse valor é metade do que se gastava quando na antiga gestão do pronto socorro. O que o Ministério Público deveria investigar é a conduta das pessoas que administravam o antigo pronto socorro. A sociedade acordou, e não há lugar para políticos corruptos e incompetentes.

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