Quinta-feira, 26 de Novembro de 2020
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Ministério Público requer que prefeito eleito em Araguari não seja diplomado

sáb, 21 de novembro de 2020 08:10

Da redação 
Com assessoria

.A Promotora Eleitoral, Cristina Fagundes Siqueira, destacou que se caracteriza abuso de poder econômico sempre que houver o uso de recursos materiais ou humanos, fora do círculo permissivo da legislação eleitoral, com o objetivo de obter vantagem para candidato.

.A Promotora Eleitoral, Cristina Fagundes Siqueira, destacou que se caracteriza abuso de poder econômico sempre que houver o uso de recursos materiais ou humanos, fora do círculo permissivo da legislação eleitoral, com o objetivo de obter vantagem para candidato.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), através  da Promotoria Eleitoral de Araguari, informou na tarde desta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que propôs Ação de Investigação Judicial Eleitoral em que requer a cassação de diploma e inelegibilidade por oito anos, contados a partir da eleição de 2020, dos candidatos a prefeito e vice-prefeita do município de Araguari, eleitos no último dia 15 de novembro.

De acordo com a nota do MPMG, os investigados “violaram o princípio democrático e da isonomia no processo eleitoral”, visto que os candidatos usufruíram de apoio político e econômico do terceiro investigado, que, por sua vez, comanda um grupo de empresas “que desenvolvem importantes atividades de saúde e educação no município”.

Dentre os pedidos, o Ministério Público requer a procedência, ao final da investigação, para que todos os investigados sejam apenados com sanção de inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos oito anos subsequentes, bem como a a cassação dos diplomados, com a consequente realização de novas eleições.

A Promotora Eleitoral Cristina Fagundes Siqueira destacou, na ação, que “caracteriza-se abuso de poder econômico sempre que houver o uso de recursos materiais ou humanos fora do círculo permissivo da legislação eleitoral com o objetivo de obter vantagem para candidato, partido ou coligação, comprometendo a legitimidade e normalidade da eleição”.

A assessoria da chapa eleita emitiu nota à imprensa aduzindo que a referida ação ainda está em análise, “mas temos certeza que tudo que ocorreu nas eleições está dentro da legalidade “, finalizou.

Renato Carvalho e Maria Cecilia foram eleitos no domingo, 15, com poucos mais de mil votos a frente do segundo colocado (26.981 contra 25.771 votos).

9 Comentários

  1. José luiz disse:

    Caso o processo seja julgado e o prefeito ser condenado.. não tomar posse de direito constituído pelo voto.. podemos rasgar nosso título de eleitor.. pois o mesmo não vale nada.. nada mesmo.. quem decide são os tribunais.. ninguém foi coagido a votar nesse ou naquele.. votamos por convicção.

  2. Eliane disse:

    Isso deve ter o dedo pobre do menininho birrento que não aceita derrota. Ele age na surdina, entra com os amiguinhos sujos lá de BH. Ele tentou tirar o Marcos Coelho quando ele foi eleito. E ele vai fazer isso com todos. Trabalhar para ajudar a cidade não quer, mas pra outras coisas corre igual um avestruz. Daqui dois anos tem eleição e aqui em Araguari tem muita gente boa e imparcial para ser deputado estadual. Não vai adiantar querer passar mel na boca das pessoas, daqui um pouco vai querer mandar até o IMEPAC embora . Se o ônibus da instituição tivesse acompanhado a carreata deles. Ele iria ficar caladinho.

  3. Eliane disse:

    Correção: dedo podre.
    Então tem que caçar também o mandato de quem coloca essas placas mentirosas com quantias exorbitantes, para iludir os desavisados. Agente sabe que é mentira, mas uma pessoa humilde lê e pensa que é verdade.
    Ainda bem que o prefeito fez uma live e fez cair a máscara. Tem gente que gosta de inaugurar placa e soltar foguetes sem ter nada pra comemorar. Inaugura três vezes para dar ideia de quantidade. O que o Zema veio fazer aqui? Inaugurar alguma coisa. Os tempos mudaram e o povo está ficando esperto muito rápido.

  4. José luiz disse:

    Se o critério de julgamento for abuso de poder.. todos então tem culpa no cartório.. menos o Serginho… já passa pra ele o bastão

  5. Cezar disse:

    O MP também poderia investigar se houve vereadores eleitos comprando votos nessa eleição.

  6. Anônimo disse:

    Nós temos que dar graças a Deus desse Major ter ganho as eleições. Definitivamente tem gente que não pode de espécie alguma voltar para a prefeitura. Senão volta tudo venda de túmulo, esquema, alugar e reformar casa do cunhado, mexer no que não precisa, esbanjar o dinheiro da cidade, os vanzeiros fazendo galinhada na porta do palácio porque não receberam o pagamento, colocar pessoas pra receber da prefeitura sem trabalhar na mesma, comprar objeto com o dinheiro da prefeitura que não é para a mesma, ficar décadas sem pagar talões de água por querer continuar o que o papai fazia…etc, etc, etc.

  7. Anônimo disse:

    A justiça faz vista grossa para compra de votos e tem que pegar no flagra, coisa muito difícil. Eu anulei o meu para vereador, acho uma competição muito desonesta. Deveria ser uma prova igual para todos, pois o salário é o mesmo lá dentro.
    Eu estava lendo uns comentários de pessoas puxando saco de um vereador eleito, mal delas, inocentes, não sabem que por volta dos anos 90 ou nos finais ele deu um tapa no rosto de uma funcionária de um órgão que ele defende. Estou contando porque ouvi no rádio nas notícias policiais. Acho que esse cara na época ainda não era vereador. Ele gostava muito de colocar caixão lá na porta.

  8. Sergio disse:

    O doutora , mas nem vou comentar ….

  9. Eliane disse:

    O pessoal do Millenium parece estar achando bom a Escola Rainha da Paz deixar de existir. Não sei aonde eles estão com a cabeça. Primeiro a Escola Tiradentes é mantida por policiais e cada aluno custa três vezes mais que um aluno da Escola pública, para entrar o menino tem que completar dez anos até 31 de Dezembro e depois dos treze anos, não é mais aceito. Parece que não é grátis. A solução vai ser levar os pequenos no Visconde ou atravessar a BR e levar no Eleonora. E tem outra, caso não tenha convocação nas escolas devido a pandemia, os funcionários contratados ficarão todos desempregados. Os efetivos terão que ir em Uberlândia pedir a mudança de lotação para outras escolas. Chegando em outras escolas o contratado que estiver trabalhando perdi a vaga para o efetivo.

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