Sábado, 31 de Outubro de 2020
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Coluna: Direito e Justiça (17/09)

qui, 17 de setembro de 2020 10:29

Abertura-direito-e-justica

Diversidades:

 

Vou repetir até a exaustão:

  • O ideal seria uma renovação política total, ou seja, cem por cento.
  • Tem mandato? Não me serve. Já teve mandato? Também não me serve.
  • Já vendiam votos por oncinhas e garoupas. Agora, irão vender pelo lobo guará.
  • Se houver um horário preferencial para os vulneráveis, eu irei votar. Se não, nã
  • Para que servem os suplentes? Para nada…!
  • Pior são os bobos que se prestam a eleger os titulares…!
  • Por que não me querem na política? Pensem e terão a resposta…!
  • Levará gerações para que este País mude e para melhor.
  • E isso somente será feito por uma educação excelente e massificada.
  • Coisa que não interessa nem de longe aos nossos governantes.
  • É um fato: “galinha que anda com pato morre afogada” (Carlos Alves).
  • E, antes que eu me afogue, já me afastei definitivamente dessa “política”.
  • “Politicalha, politiquice, politicagem” (Ruy Barbosa – com y mesmo).

E tem mais:

  • Dizem que o “bom” político (ao menos o vencedor) tem que ter, pelo menos, as seguintes “qualidades”:

- bastante dinheiro para gastar e desperdiçar na campanha;

- fazer muitas promessas (verdadeiras ou falsas, tanto faz);

- nenhum escrúpulo, ética ou limite do razoável;

- ser “popular” no mais completo sentido pejorativo da palavra;

- aprender a tratar a coisa pública como se fosse sua;

- considerar o povo como um mero “detalhe” (não será o primeiro);

- banalizar os problemas vividos pelo País (tudo se resolve depois);

- contratar assessores que possam ser um completo espelho do seu perfil;

- dissimular perfeitamente as suas verdadeiras intenções;

- considerar a demagogia como a mais natural e útil das ferramentas;

  • A atribuição de nome a logradouro público que ainda não o tem às vezes é uma safadeza. Às vezes!  A alteração de nome de logradouro público que já tem um nome é sempre uma safadeza pessoal ou política. Sempre!
  • BBB: Bancada da Bala, Bancada da Bíblia; Bancada do Boi. Eis aqui um pálido resumo dos interesses (muitas vezes escusos, obscuros e inconfessáveis) que permeiam o Congresso Nacional. É imprescindível e inadiável, mais do que outras, uma ampla reforma política capaz de modificar radicalmente o Estado Brasileiro. Se não se fizer por bem, temo que se faça por mal.

Fé em Deus:

                        Os moradores de uma região, castigada pela seca há vários anos, foram até o padre da paróquia local pedir-lhe que rezasse uma missa especial que trouxesse a chuva de volta.

O padre negou-se a realizar a missa, alegando que nada aconteceria, pois seria necessário que o povo tivesse muita fé em Deus. O religioso foi, então, pressionado pela comunidade. Todos afirmavam que possuíam a fé requerida para que a chuva acontecesse. Muito contrariado, o padre marcou a missa para a manhã seguinte.

Na hora combinada, o povo ocupava todos os lugares da igreja em silêncio. O padre chegou sem dar uma palavra. Atravessando os bancos, foi-se esquivando de cada um dos fiéis. Dirigindo-se ao púlpito, disse:

- Caros irmãos, tomei uma decisão: lamento informar-lhes que não vou rezar a missa, pois agora tenho absoluta certeza de que vocês não têm fé!

Foi aquela agitação na igreja, todos reagindo contra as palavras do padre. O líder da comunidade levantou-se e protestou com veemência:

- Padre, em nome de todos aqui reunidos, permita-me discordar de sua posição. O senhor está enganado, pois todos aqui têm muita fé e acreditam que esta missa vai trazer a chuva.

O padre escutou com atenção, e dirigindo-se aos “fiéis”, perguntou:

- Irmãos, se vocês têm tanta fé, como dizem ter, respondam-me: quem aqui trouxe guarda-chuva?

Os olhares constrangidos dos presentes logo mostraram a realidade do momento: ninguém levara guarda-chuva!

 

FONTE:       “As Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos”; Vol.III;  Organização: Alexandre Rangel; Editora leitura; 1ª Edição 2.005; págs. 92/93”.

 

 

COMENTÁRIOS:

 

Descabe-me atribuir ao apólogo qualquer conotação religiosa que lhe extrapole a lição de moral colimada por seu autor desconhecido. Todavia, e antes de tudo o mais, poderia tecer um comentário, talvez, pertinente:

 

- Puxa vida, mas que padre turrão! Que dificuldade (ele criou), para rezar a missa solicitada pelo seu “rebanho”.

 

Missa (ou culto), tanto faz e que nunca é demais! Pelo contrário: faz bem! Louvar o Criador faz bem! Orar a Ele faz bem! Submeter-se ao poder absoluto de Deus faz-nos bem e relembra a nossa finitude!

 

Mas, esse aspecto já é mesmo uma outra estória. Deixo isso para os teólogos, os religiosos, os Ministros, os padres, os pastores, enfim, para todos aqueles que, na Terra, apresentam-se em nome do divino. Eu não sou um deles…!

 

Quero mesmo é falar sobre a fé.

 

A fé pura, simples, leal e sincera. Aquela fé incorruptível, indelével, perene, inquebrantável, incontestável, benevolente, benfazeja, amorosa e caridosa, onipresente e serena e que não necessita de prova alguma.

 

Aquela fé prudente e sábia em Deus, no Grande Arquiteto ou Geômetra do Universo, o Criador único e pleno de todo o Universo já pesquisado ou vislumbrado pelo ser humano, ou até de todos os universos e mundos que possam existir ou vir a ser conhecidos e reconhecidos, um dia, nos meandros do tempo e do espaço e nas mais diferentes dimensões ou perspectivas da física quântica ou da percepção transcendental, do macro ao micro infinitos, do átimo ao eterno, do conhecido e perceptível ao inimaginável e desconhecido, por nós, vírus humanos, que habitamos, infestamos e degradamos este planeta azul chamado Terra.

 

 

Enfim, uma fé, sob as múltiplas facetas e como quer que cada ser humano a tenha, compreenda e sinta, mas sempre obrigando se a respeitar a crença do seu irmão, sem fanatismos, ignorâncias ou superstições inaceitáveis ou descabidas, contrariando a razão, a inteligência, o bom-senso e a própria natureza intrínseca do ser humano, que se credita (ou acredita de forma ufanista) criado à semelhança do Ente Supremo.

 

Existe, sim, no Homem um princípio imortal, imaterial, puríssimo e divino, a que podemos chamar de alma ou espírito. Sob pena de nos entregarmos ao materialismo ilimitado e irresponsável, perdendo toda a esperança no porvir, muito além do plano físico que nos cerceia, negando a necessidade do amor, da caridade, da amizade, da bondade, enfim, desprezando as virtudes e premiando os vícios, temos que proclamar a existência do Ente Supremo, que tudo fez e que tudo governa, como também a existência da alma ou do espírito humano, dotado de consciência e de liberdade de raciocínio e que tende irresistivelmente para a busca do conhecimento e da luz.

 

Em verdade, há no mundo uma miríade de forças e de energias atuantes sobre nós, muitas vezes incontroláveis e desconhecidas, mas que não podem vir do nada, nem cair no nada, necessitando, em última forma, de um suporte, de um Espírito, de uma Alma.

 

Não importam as definições, as conceituações do que seja essa parte transcendental e imaterial do ser humano, a mais importante, por que é imortal, devendo e podendo ficar muito bem a cargo das correntes filosóficas e das religiões: basta sentir, perceber e aceitar a grande dádiva da vida.

 

A fé, inclusive e especialmente a das religiões humanas, impostas ou não, jamais deveria ter sido, ao longo da História, um instrumento, motivo ou pretexto de dominação, de tortura, de guerra, de morte, de discórdia, nem pretender ser, em dado momento ou lugar monopólio da verdade, contrária à ciência e ao progresso, quando justos e éticos, mas, pelo contrário, deveria ter sido sempre, isto sim, um fator insuperável de união e de amor entre todos os povos, superando a fome, a miséria e todos os preconceitos ou discriminações.

 

            Rogério Fernal .`.

1 Comentário

  1. Eliane Bela como o Sol disse:

    Os políticos não fazem nada que os prejudiquem. Tudo que fazem é pensando neles. Nunca que eles vão pegar um lobo guará e comprar votos. São cinquentinha mesmo, talvez setenta. Na verdade eles vão é querer receber essas notas pra eles aos montes. Quem entra quer aposentar lá. Tem gente que foi abandonado pela quadrilha que viu status em outra pessoa. Inútil sonhar com mudanças na política. Esse cargo de vereadores deveria ser extinto, pois não servem para nada, ou melhor bastaria cinco. Sabem porque não querem Dr. Rogério lá é porque o senhor é uma pessoa honesta, que não aceita esquemas e falcatruas e aí iria atrapalhar os planos deles. Queriam o senhor para somar nos votos, principalmente essas pessoas que enriqueceram através de treta, nunca trabalhou na vida, só sabe dizer O meu povo, meu povo, meu povo e fazer cara de piedade e ficar tirando fotos para aparecer.

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