LIRAa do mês de agosto aponta diminuição de infestação do mosquito Aedes aegypti
ter, 14 de agosto de 2018 05:46Da Redação
Maior parte dos criadouros foi encontrada em calhas, lajes, ralos e sanitários em desuso
Na última semana foi concluído mais um Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) que tem como intuito obter de maneira rápida o diagnóstico do município com relação a infestação e os tipos de criadouros. O trabalho foi promovido em 2.586 imóveis de 40 localidades que foram divididas em seis grupos/estratos.

Trabalho de qualidade dos agentes de combate endemias foi destacado pelo coordenador da Zoonoses
Segundo o coordenador do departamento de Zoonoses, Vicente de Paula Marques de Oliveira, foi detectada a diminuição do índice larvário. “De 5,4 em janeiro para 0,9 em agosto. Sendo assim, está sendo mantido o controle da doença em níveis baixos.”
Conforme alerta, hábitos simples evitam a proliferação do Aedes aegypti. “O controle do vetor é possível através da conscientização da população sobre os riscos. Geralmente são itens de fácil remoção, dentre eles, em pratos de plantas e vasilhames espalhados pelos quintais”.O LIRAa permite direcionar ações de controle para as áreas apontadas como críticas.
O coordenador também destacou a importância do trabalho da equipe de agentes de combate a endemias. “Quero agradecer e parabenizar toda a equipe que trabalha com afinco, responsabilidade e comprometimento. Também ressalto a nossa secretária, Iara, o nosso subsecretário, Guilherme, que tem nos dado apoio incondicional para o desenvolvimento de nossas ações”.
Mais de 90% dos criadouros estão dentro das casas. “Temos o trabalho dos agentes, mas a atenção dos moradores é essencial para o controle.” Os bairros que compõem o estrato que apresentou o maior índice, de 2,2, foram: Goiás, Nossa Senhora de Fátima, São João e Industrial. O menor índice foi registrado nas regiões dos bairros: Santa Helena, Maria Eugênia, Monte Moriá, Brasília, Fátima, Gutierrez, Madri, Bela Suiça e Bela Vista.
Criadouros
40% dos depósitos (criadouros) positivos para Aedes aegypti foram encontrados em depósitos fixos: calhas, lajes, ralos e sanitários em desuso. A ação indicada é o conserto, vedação dos sanitários e ralos em desuso e a limpeza com frequência.
32% dos criadouros foram localizados em caixas d’água, em tambores e tonéis em geral. A recomendação é providenciar a cobertura ou vedação.
12% foram encontrados em depósitos ligados à rede e caixa d’água. A ação indicada é providenciar a cobertura e a limpeza.
8% dos criadouros estão em vasos de plantas, pratinhos, bebedouros de animais e frascos com água. A recomendação é vistorias, lavar com frequência, proteger e colocar areia.
4% foram encontrados em pneus e materiais rodantes sendo a ação indicada, condicioná-los em local aberto. Os pneus fora de uso devem receber furos para evitar o acúmulo de água.
4% foram localizados em recipientes de plásticos, latas e lixo em geral, deixado nos quintais. No caso de sucatas é essencial protegê-las com cobertura.
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