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Integrante de organização especializada em roubos de defensivos agrícolas é mantido na prisão

qua, 7 de março de 2018 05:59

Da Redação

Produtos subtraídos em vários estados eram entregues em Araguari e Itumbiara

Decisão do ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) mantém na prisão um dos 16 acusados de participação numa organização criminosa especializada em roubos de defensivos agrícolas em várias localidades do país.

A quadrilha – apontada como uma das maiores do Brasil, cometia os crimes em propriedades rurais de Goiás e de outros estados, e repassava os produtos nos municípios de Itumbiara e Araguari, arrecadando grandes quantias financeiras.

Produtos eram roubados em várias fazendas do país ** Arquivo

Produtos eram roubados em várias fazendas do país
** Arquivo

 

Segundo a denúncia, o homem que tentou deixar a cadeia participava efetivamente dos roubos, sendo ainda um dos responsáveis por fazer a interlocução entre os assaltantes e os receptadores de Itumbiara e Araguari, efetuando a distribuição dos pagamentos e comandando o grupo.

O acusado foi um dos primeiros capturados e teve a prisão mantida pelo STJ. Sua preventiva foi decretada em julho do ano passado. Ele recorreu em Brasília, sustentando que a fundamentação da preventiva foi rasa e não apontou a existência dos motivos autorizadores da prisão. Antes, o Tribunal de Justiça em Goiás havia negado o pedido, sobretudo, em razão da gravidade concreta da conduta.

“Como se vê, há uma complexidade do grupo que agia em várias regiões, com divisão de tarefas, demonstrando perigosidade e acarretando inegável abalo a ordem pública”, colocou o ministro, frisando que o denunciado responde a outra ação penal na Comarca de Rio Verde.

CASA CAIU

As prisões dos 16 acusados ocorreram em duas etapas, após um ano de investigação. Em novembro de 2017, com a participação de 21 policiais civis, dentre delegados, agentes e escrivães, a Polícia Civil goiana fechou o cerco em Araguari, cumprindo quatro mandados de prisão.

Estima-se que, ao todo, a quadrilha tenha movimentado mais de R$ 30 milhões em dois anos. Foram recuperadas aproximadamente nove toneladas de defensivos agrícolas.

Os roubos eram cometidos em grandes fazendas de Goiás, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais.

1 Comentário

  1. Sergio disse:

    Você está de brincadeira fazer uma reportagem tão vazia assim , como você é ruim , cadê os nomes , se já estão presos qual é o problema , você é muito ruim .

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