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Funcionários do Judiciário e da Educação manifestam apoio contra reformas do governo

sáb, 29 de abril de 2017 05:44

por Mel Soares

Nesta sexta-feira, 28, trabalhadores das áreas de Educação e Justiça paralisaram as atividades em adesão à Greve Geral contra as reformas trabalhista e previdenciária.

No Fórum Doutor Osvaldo Pieruccetti, apenas 40% dos serviços foram prestados, sobretudo os urgentes.

Servidores do Fórum Osvaldo Pieruccetti aderiram à greve

Servidores do Fórum Osvaldo Pieruccetti aderiram à greve

 

Nickson Carvalho, administrador do Foro e representante do Serjusmig (Sindicato dos Servidores da Justiça de Primeira Instância do Estado de Minas Gerais), afirma que a decisão em prol do movimento foi tomada após reuniões promovidas entre a classe de servidores e presidentes do sindicato e do Tribunal da Justiça.

“As secretarias só estão atendendo medidas urgentes cujo intuito é não prejudicar a comunidade”, acrescentou.

Segundo o SindUTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), Araguari e os distritos, Amanhece e Piracaíba, possuem dezoito escolas; onze delas optaram pela greve geral. O Conservatório de Música também faz parte das instituições que paralisaram as atividades.

De acordo com a secretaria municipal de Educação, Araguari conta com dezesseis escolas municipais e dezesseis creches. Dez dos centros educacionais e cinco creches participaram do movimento. Para não cortar o dia dos funcionários, a secretaria propôs que haja reposição em 20 de maio.

O Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais (TRT-MG) optou por fechar as portas, não em favor da greve, mas temendo que houvesse manifestações sociais de grandes proporções.

A portaria, assinada pelo presidente do Tribunal, Júlio Bernardo do Carmo, e pelo corregedor Fernando Antônio Viegas Peixoto, informou que os casos urgentes seriam atendidos em regime de plantão.

As salas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB – Araguari) fizeram parte da greve conforme determinação da OAB – MG atendendo solicitação do sindicato dos funcionários.

3 Comentários

  1. Anônimo disse:

    Sou a favor de mudança nas ações trabalhistas, lá no ministério do trabalho, quando você é intimado lá, para pagar alguém que você já pagou e que inventa tudo quanto é tipo de mentira, só falta falar que trabalhava de madrugada, e que você não pode abrir a boca para falar bolacha e que se você se recusar ao disparate, veja o que acontece: Vão em sua casa, pegam tudo que você tem e se for o caso até sua casa vai no rolo. E não querem nem saber se você tem dinheiro ou não. A lei abriu muita brecha neste quesito. Se você mandar um funcionário embora, mesmo que você pague todos os direitos, mesmo assim ele vai te levar na justiça, porque ele quer mais. e para a justiça você é a pessoa mais rica do mundo.

  2. Marcos disse:

    Lembrando que as ações trabalhistas tramitam na Justiça do Trabalho e não no (sic) “ministério do trabalho”.

  3. Anônimo disse:

    Justiça do trabalho, que muitas vezes acaba sendo injustiça. O casos precisam ser analisados. Todo mundo pode te levar na justiça do trabalho. Pode ser casa, autônomo, e todos os outros.
    Eu sei que o temer quer copiar a Inglaterra, a França,. só que ele esqueceu que aqui é país de terceiro mundo. Ficou complicado esse negócio de pessoas que prestam serviços em nossa casa, levar agente na justiça. Como reformas de casas.

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