Executivo se posiciona perante denúncia sobre doação de insumos vencidos
sex, 5 de junho de 2020 01:42Da Redação
Na edição de ontem, 04, a Gazeta do Triângulo veiculou uma matéria abordando uma denúncia realizada pelo vereador Dhiosney de Andrade contra a Secretaria de Saúde. Em entrevista, o edil relatou inconsistências no Projeto de Lei nº 055, referente à doação de insumos hospitalares contemplando a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e a Santa Casa de Misericórdia de Araguari.

Durante vistoria no almoxarifado da UPA, Dhiosney de Andrade disse que boa parte dos materiais estava próxima ao vencimento
A ação teve como base redirecionar materiais como algodão, fio de sutura e solução glicofisiológica, pertencentes ao antigo Pronto Socorro. O objetivo era o de evitar o perecimento e consequente prejuízo aos cofres públicos. Além disso, as entidades contempladas possuem ligação jurídica com a prefeitura, justificando a escolha para a execução do repasse.
Entretanto, a denúncia do vereador foi baseada no prazo de validade destes insumos que estavam prestes ao vencimento. Além disso, ele também relatou discrepância no quantitativo relatado no Projeto de Lei em comparação com o número real de insumos entregues em cada entidade. Neste sentido, foi montada uma comissão pelos vereadores Dhiosney de Andrade, Levi Siqueira, Paulo do Vale e Ana Lúcia Prado para realizarem a inspeção dos respectivos almoxarifados.
Diante da denúncia, o secretário de Saúde Guilherme Afonso contou para a reportagem que, durante uma verificação nos quatro almoxarifados da Secretaria no final do ano passado, todos eles passaram por um processo de informatização, transferindo todos os dados para um sistema através de protocolos específicos. O secretário também disse ter tomado conhecimento destes insumos específicos do antigo Pronto Socorro apenas no início deste ano, tendo ciência de que estavam próximos da data de vencimento.
Em contato com os servidores da pasta, Guilherme disse ter sido informado que quando a unidade foi fechada em meados de 2016, não houve um encaminhamento correto desses insumos. Contudo, agora foi aberta uma sindicância para realizar a fiscalização e controle junto à Procuradoria do município. A ação também tem o intuito de investigar quem realizou a compra desses materiais e o decorrer deste procedimento.
Questionado sobre a diferença informada sobre os quantitativos doados e os recebidos, Guilherme Afonso explicou que, cada entidade fez o pedido mediante o montante informado incialmente. Entretanto, no ato da doação, cada instituição pegou uma quantidade inferior do pedido inicial e fizeram a devolução do restante. “Por isso estamos fazendo essa alteração do Projeto de Lei que será enviado novamente para a Câmara Municipal até a próxima segunda-feira, 8”, destacou o secretário.
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em tempos de guerra, ter insumos de que forma for,equivale e uma vitoria,
Quando fecharam lá, tinham que ter retirado tudo. Não sei como não foram roubados.