Direito e Justiça (25/06)
qui, 25 de junho de 2020 01:15Diversidades:
- Rede social não é lugar para quem não sabe usá-la ou para quem não observa limites éticos. Os biltres e os idiotas deveriam ser identificados e punidos com mais rapidez e severidade. Eles causam grandes estragos.
- O pessoal lá do Ministério da Saúde, agora comandado por um sisudo general, continua patinando. O chefe não entende nadinha do riscado. Está lá para censurar e controlar a rapaziada. Se preciso for, eu acho, até mesmo no cacete.
- Ainda sobre o dito ministério e na época dos que foram demitidos, um secretário chegou a dizer, em alto e bom som, que “não podia precisar com precisão, quando é que as medidas de isolamento social fariam efeito, para que se pudesse dar início a uma flexibilização gradual e responsável”…
- Bem, se o dito cujo que atuava no setor máximo da saúde nacional não podia “precisar com precisão”, quem é que pode? Você, eu, nós? Durma-se com um barulho desses! Nossos governantes ou estão perdidos ou estão insanos.
- Vou dizer de uma vez. Presidente, Ministros, Governadores e Prefeitos, além de todos os outros, estão mais perdidos do que cegos em tiroteios. Na verdade, ninguém sabe nada de nada: sobre essa pandemia: quando será o pico; quando a curva de infecções será achatada; quando estaremos no platô; quando entraremos na descida. Politizaram, fecharam a sociedade, quebraram o País. E agora?
- Agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro? Quando voltaremos a uma “normalidade”? O Brasil não agüenta mais, e os senhores governantes brincam de experimentar essa ou aquela medida. Estão dando com os burros n água.
- Apesar da minha condição de leigo, sem falsa modéstia, sobra-me um pouco de bom senso, para saber que o Carnaval não deveria ter acontecido (e já se sabia dos riscos…), que o isolamento teria que ser vertical (envolvendo somente os grupos de risco), enfim. O Brasil ocupa a metade de um continente, é maior do que a Europa e somos um povo diferente de todos os demais. Então?
Um de Cada Vez
Um amigo nosso caminhava ao pôr-do-sol numa praia deserta, no México. À distância, viu outro homem caminhando. Ao se aproximar, notou que o homem se abaixava, pegava alguma coisa e jogava na água. Volta e meia, se abaixava e jogava alguma coisa no mar.
Chegando ainda mais perto, viu que o homem pegava estrelas-do-mar deixadas na areia pela maré e as devolvia ao mar.
Intrigado, nosso amigo se aproximou e disse ao homem:
– Boa tarde, amigo. Estou me perguntando o que você está fazendo,
– Estou devolvendo as estrelas do mar. A maré está baixa e, se ficarem na areia, vão morrer.
– Entendo – disse nosso amigo. Mas há milhares de estrelas-do-mar nessa praia. Você não vai conseguir pegar todas. São muitas! Você não vê que isso deve acontecer em centenas de outras praias? Não vê que não faz a menor diferença?
O homem sorriu, abaixou-se, pegou mais uma estrela e jogou-a no mar, dizendo:
– Faz diferença para esta aqui.
Moral:
Tentar é tudo. Não importa o sucesso ou o fracasso.
FONTE: Você Não Está Só – Livro II.
jack Canfield, Mark Victor Hansen, Patty Hansen.
O anjo, o santo e o pecador
O pecador escutava a orientação de um santo, que vivia genuflexo, à porta de templo antigo, quando, junto aos dois, um anjo surgiu na forma de homem, travando-se breve conversação entre eles.
O anjo: – Amigos, Deus seja Louvado!
O santo: – Louvado seja Deus!
O pecador: – Louvado seja!
O anjo: – Vejo que permaneceis em oração e animo-me a solicitar-vos apoio fraternal. (Dirigindo-se ao santo)
O Santo: – Espero o Altíssimo em adoração, dia e noite.
O anjo: – Em nome dele, rogo o socorro de alguém para uma criança que agoniza num lupamar.
O santo: – Não posso abeirar-me de lugares impuros…
O pecador: – Sou um pobre penitente e posso ajudar-vos, senhor.
O anjo: – Igualmente, agora, desencarnou infortunado homicida, entre as paredes do cárcere. Quem me emprestará mãos amigas para dar-lhe sepulcro?
O santo: – Tenho horror aos criminosos…
O pecador: – Senhor, disponde de mim.
O anjo: – Infeliz mulher embriagou-se num bar próximo. Precisamos removê-la, antes que a morte prematura lhe arrebate o tesouro da existência.
O santo: – Altos princípios não me permitem respirar no clima das prostitutas…
O pecador: – Daí vossas ordens, senhor!
O anjo: – Não longe daqui, triste menina, abandonada pelo companheiro a quem se confiou, pretende afogar-se.
– É imperioso lhe estenda alguém braços fortes, para que se recupere, salvando também o pequenino em vias de nascer.
O santo: – Não me compete buscar os delinqüentes senão para corrigi-los.
O pecador: – Determinai, senhor, como devo fazer.
O anjo: – Um irmão nosso, viciado no fumo, planeja assaltar, na presente semana, o lar de viúva indefesa.
– Necessitamos do concurso de quem o dissuada de semelhante propósito, aconselhando-o com amor.
O santo: – Como descer ao nível de um ladrão?
O pecador: – Ensinai-me como devo falar com ele.
Sem vacilar, o anjo tomou o braço do pecador prestativo e ambos se afastaram, deixando o santo em meditação, chumbado ao solo.
Enovelaram-se anos e anos na roca do tempo, que tudo alterara. O átrio mostrava-se diferente. O santuário perdera o aspecto primitivo, e a morte despojara o santo de seu corpo macerado por cilício e jejum., mas o crente imaculado aí se mantinha em Espírito, na postura de reverência.
Certo dia, sintonizando mais intensamente as antenas da prece, viu que alguém descia da Altura, a estender-lhe o coração em brando sorriso.
O santo reconheceu-o.
Era o pecador, nimbado de luz.
– Que fizeste para adquirir tanta glória? — perguntou-lhe, assombrado.
O ressurgido, afagando-lhe a cabeça, respondeu, simplesmente:
– Caminhei.
Moral:
Seja útil. Apenas isso…!
FONTE: Contos Desta e Doutra Vida.
Chico Xavier ( pelo Espírito Irmão X).
FEB – Federação Espírita Brasileira – Págs. 101/103.
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Em se tratando de política, isso é coisa de gente que joga sujo, que não trabalha, não se garante, gente que tem muita necessidade de colocar alguém lá e também de entrar lá de toda maneira. Tem gente aqui que odeia os donos do Imepac, morre de inveja do progresso que trazem para Araguari e aí vem com uma desculpazinha que é porque não são daqui. Coitado de quem for candidato aqui pode preparar para ser enxovalhado. Eu me lembro de uma politica atrás que tentaram atropelar as formiguinhas e lá encima jogaram os cavalos nas pessoas que trabalhavam para um candidato. Começou acontecer essas coisa aqui de uns doze anos pra cá.