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Departamento de Zoonoses programa ações para o combate ao Aedes aegypti

qui, 5 de outubro de 2017 05:01

Da Redação

Equipe aguarda resultados do Levantamento Rápido de Índice Aedes Aegipty

O departamento de Zoonoses da secretaria de Saúde está realizando, durante a semana, o Levantamento Rápido de Índice Aedes Aegipty (LIRAa). Com o início do período chuvoso, a equipe intensificará ações de combate à dengue nos locais que apresentarem maior incidência larvária do mosquito.

Número de casos de dengue sofreu uma redução significativa em comparação ao ano passado

Número de casos de dengue sofreu uma redução significativa em comparação ao ano passado

 

De acordo com Vicente de Paula Marques de Oliveira, coordenador do departamento de Zoonoses da secretaria de Saúde, “estamos fazendo o Levantamento Rápido de Índice Aedes Aegipty (LIRAa) e, a partir dos resultados, iremos programar nossas ações”.

O coordenador afirma que o número de casos de dengue sofreu uma redução significativa em comparação ao ano passado. “Nosso trabalho tem um ciclo de 45 a 60 dias para que visitemos todas as residências, então, é importante que a população continue fazendo sua parte, caso contrário, não vamos conseguir combater o mosquito. Hoje, nossa preocupação não é apenas com a dengue, mas também o Zika Vírus, a febre amarela e a febre Chikungunya, que ataca as articulações e pode acabar se tornando uma doença crônica”.

Caso o morador tenha dúvidas em relação ao Agente de Combate a Endemias, é possível entrar em contato com o departamento de Zoonoses pelo número (34) 3690-3101. “Geralmente, o agente é mantido no mesmo setor, para que ele possa se familiarizar com os moradores, mas, caso haja dúvidas, o morador pode solicitar a identificação do agente e até mesmo entrar em contato conosco para evitar riscos”.

O secretário de Saúde, João Batista Arantes da Silva, ressalta que os cuidados com a dengue devem ocorrer durante todo o ano. “Não podemos deixar água parada nas casas, então, precisamos ter cuidados com as calhas, tampar as caixas d’água, deixar os ralos tampados, verificar a água atrás da geladeira, colocar areia nos pratos onde ficam os vasos de planta e verificar constantemente as plantas que acondicionam água”.

De acordo com o secretário, o Aedes aegypti pode ficar em qualquer água, mas predomina em águas limpas. “Como ele prefere água limpa, a caixa d’água é um grande problema e é necessário ter todo o cuidado. Quando o mosquito coloca o ovo, ele fica incubado por vários meses e, no dia em que há umidade o suficiente, esse ovo eclode e forma uma larva”.

O secretário explica, ainda, que, caso o mosquito pique uma pessoa contaminada, ele passa a transmitir a doença. “Se o mosquito picar uma pessoa e ela não for portadora dos vírus da dengue, Chikungunya ou Zika, a doença não será transmitida, mas, caso contrário, é possível proliferar a doença. Precisamos ter um cuidado muito sério. A população é um grande responsável pelo combate ao Aedes aegypti”.

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