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Dengue: Araguari se enquadra como baixo risco no LIRAa, conforme resultado deste mês

qua, 29 de outubro de 2014 00:24

DA REDAÇÃO – O LIRAa – Levantamento Rápido de Índice de Aedes Aegypti -, foi realizado entre os dias 20 a 24 de outubro. O Índice Geral foi o mesmo do ano passado, alcançando a marca de 0,8%, conseguindo se manter abaixo do preconizado pela OMS – Organização Mundial da Saúde – que é de 1%.  O maior índice é de 1,6 e o menor 0,4.

Segundo informou Wellington Colenghi, coordenador do departamento de Zoonoses da secretaria de Saúde, o bom resultado era esperado devido ao período seco. “Temos que levar em consideração a falta de chuva”, considerou.

Outra informação ressaltada foi a respeito do número de casos notificados no município desde o mês de janeiro. “112 casos foram confirmados e quatro estão em investigação”.

De acordo com o alerta, para manter o índice baixo é imprescindível a colaboração dos moradores, pois o Aedes Aegypti também transmite Chikungunya. “Temos casos dessa doença em Minas Gerais. Portanto é fundamental que os moradores redobrem os seus cuidados, pois os impactos do Chikungunya levam a pessoa a ficar debilitada por seis meses”, conscientizou o coordenador.

Índice de Infestação Predial: 0,8 % BAIXO RISCO

O maior índice é de 1,6 e foi constatado nas regiões que contemplam os bairros: Alan Kardec, Goiás, Goiás Parte Alta, Vieno, São Judas, São Sebastião, São João e Independência.

O índice de 0,7 é relativo aos bairros Interlagos, Paraíso, Sibipiruna, Alvorada, Jóquei Clube, Jardim Panorama, Santiago, Miranda, Parque dos Verdes e Portal dos Ipês, bem como nos setores que compõe o Centro, Rosário, Aeroporto e Industrial.

O índice de 0,6 compõe os bairros do Bosque, Novo Horizonte, Amorim, Jardim Millenium e Belo Jardim. E o menor índice de 0,4 foi constatado nos bairros Santa Helena, Nossa Senhora de Fátima, Maria Eugênia, Monte Moriá, Brasília, Fátima I, Fátima II, Gutierrez, Madri e Bela Suíça.

Depósitos (criadouros) positivos para Aedes aegypti:

–    40,0 % dos criadouros positivos foram encontrados em depósitos fixos: calhas, lajes, ralos, sanitários em desuso etc. Ação Indicada: consertar, vedar sanitários e ralos em desuso, lavar com frequência, preencher com areia, tratar como última alternativa.

–    35,0 % dos criadouros positivos foram encontrados em caixas d’ água ao nível do solo, em tambores e tonéis em geral. Ação Indicada: providenciar cobertura ou vedação, se indispensável proteger/lavar, caso contrário, descartar. Tratar como última alternativa.

–    15,0% dos criadouros positivos foram encontrados em vasos de plantas, pratinhos, bebedouros de animais, frascos com água. Ação Indicada: vistoriar, lavar com frequência, proteger, colocar areia, eliminar.

–    5,0 % dos criadouros positivos foram encontrados em depósitos elevados ligados a rede: caixa d’ água. Ação Indicada: providenciar cobertura, lavar.

–    5,0% dos criadouros positivos foram encontrados em recipientes de plástico, latas e lixos em geral, deixados nos quintais. Ação Indicada: lixo/entulho – encaminhar para destino adequado.

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