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Curso de Formação de Cabos do Batalhão Mauá incrementa artes marciais

qui, 6 de novembro de 2014 02:04

Jiu Jitsu 1
DA REDAÇÃO – O Curso de Formação de Cabos do 11º Batalhão de Engenharia de Construção recebeu um incremento especial durante sua formação. Quarenta e dois alunos de diversas especialidades realizaram um Seminário de Defesa Pessoal e Técnicas de Jiu-Jitsu com os professores José Eduardo e Evaldo Rodrigues, faixas pretas 2º e 1º Grau, respectivamente, filiados à Confederação Brasileira de Jiu Jitsu (CBJJ) e International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF).

A MODALIDADE

Jiu-jítsu, jujitsu ou jujutsu (em japonês:  “suavidade”, “brandura”, e jutsu, “arte”, “técnica”), é uma arte marcial japonesa que utiliza como principais técnicas golpes de alavancas, torções e pressões para derrubar e dominar um oponente. Sua origem, como sucede com quase todas as artes marciais, não pode ser apontada com total certeza, o que se sabe por certo é que seu principal ambiente de desenvolvimento e refino foi nas escolas de samurais, a casta guerreira do Japão. Contudo, outros levantam a hipótese de ter proveniência sínica, posto que sejam também notadas influências indianas.

A finalidade de sua criação reside na constatação de que, no campo de batalha ou durante qualquer enfrentamento, um samurai poderia acabar sem suas espadas ou lanças, daí que ele precisava de um método de defesa desarmada. Neste raciocínio, os golpes paulatinamente tenderam para projeções (nagewaza) e luxações e torções (kansetsuwaza), haja vista que os golpes traumáticos não se mostravam eficazes, pois, no ambiente de luta, os samurais encaminhavam-se às batalhas usando armaduras.

O guerreiro feudal japonês deveria estudar inúmeras modalidades de combate, pois deveria estar preparado para quaisquer circunstâncias, sendo obrigado a defender não somente sua vida, mas a de seu líder, um daimiô.

O Jiu Jitsu é uma arte marcial com o emprego da própria força e, quando possível, da força do adversário, em alavancas, que possibilita a um lutador mesmo com porte físico inferior ao do oponente, conseguir vencer. No chão, com as técnicas de estrangulamento e pressão sobre articulações, é possível submeter o adversário fazendo-o desistir da luta (competitivamente), ou (em luta real) fazendo- o desmaiar ou quebrando-lhe uma articulação.

Os professores José Eduardo e Evaldo Rodrigues são proprietários da Academia Bravo, que funciona de segunda à sexta-feira das 18h30 às 0h, possuindo cerca de 150 alunos matriculados dentre crianças, jovens e adultos.
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