Consultas de oftalmologia pelo município são questionadas em plenário
sex, 2 de fevereiro de 2018 05:21Da Redação
Conselho Municipal de Saúde apura denúncia de mais de 500 atendimentos de oftalmologia que não foram realizados
O presidente do Conselho Municipal de Saúde – CMS, Eduardo Tadeu de Paula, relatou em plenário na última terça-feira, 30, que o conselho recebeu denúncia de mais de 500 pessoas que não tinham sido atendidas em relação a consultas oftalmológicas. “O que nos foi passado é que as Unidades Básicas de Saúde – UBS – não estavam sendo atendidas, então oficiei a todas as unidades que me mandassem a demanda de cada uma e quantas pessoas teriam sido atendidas de julho de 2017 aos dias atuais”, relata.
Segundo ele, conforme informações passadas pelas UBS ao conselho, nenhuma unidade foi atendida nesse período. “Tudo está documentado no conselho; quem quiser, pode ter acesso aos ofícios de cada unidade informando a demanda, a quantidade que estava aguardando e que nesse período não houve atendimento”, coloca.

Presidente do Conselho de Saúde afirma que UBS não foram atendidas com consultas oftalmológicas
Após o recebimento dos ofícios, o presidente do conselho encaminhou a documentação ao setor responsável, questionando o critério que estava sendo utilizado no atendimento. “A informação que obtive foi a seguinte: o município não tinha condução para transportar os pacientes para Uberlândia, porque infelizmente não houve credenciamento de consultório de Araguari, apenas de Uberlândia, e que não havia condução para levar as pessoas”, diz. “Então eles estavam ligando para os pacientes e perguntando se eles teriam automóvel. Portanto, apenas quem possuía meio de transporte foi atendido”, acrescenta.
De acordo com o subsecretário de Saúde, André Luiz Fernandes, essa informação não procede. “As consultas foram encaminhadas a partir de agosto do ano passado. Os pacientes foram atendidos em Uberlândia e alguns, inclusive, estão em fase final de atendimento”, relata. Conforme o subsecretário, aproximadamente 300 pessoas foram contempladas com as consultas. Questionado a respeito do transporte, o subsecretário afirma que era feito o possível. “Quando o paciente não tinha condição de ir para Uberlândia era levado por nós. Juntávamos umas 10, 20 pessoas e todos iam de uma vez”, diz.
Conforme Fernandes, quem possuía condução própria, recebia a liberação da consulta de forma mais rápida. “Nesse caso fornecíamos a liberação, ” coloca. O presidente do conselho não concorda com a atitude. “Na época, o Conselho questionou isso, porque não concordamos com esse procedimento. Com o ônibus da AMVAP provavelmente haverá condição de atender a esses pacientes, ” relata em plenário.
Quanto às cirurgias de catarata, elas devem ser iniciadas na próxima semana. “Os pacientes estão sob avaliação desde a semana passada e logo devem ser operados na Santa Casa de Misericórdia, coloca o subsecretário.
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