Burning Man o festival de contracultura, por Larissa Lahw
qui, 4 de dezembro de 2014 16:14Nesta semana, vou contar um pouco sobre a vibe do Burning Man – um famoso festival capaz de proporcionar tantas experiências que se torna impossível descrevê-lo em apenas uma palavra.
Anualmente, o evento reúne cerca de 50 mil pessoas de todas as partes do mundo. Além de grandes nomes da música, a festa conta com estruturas gigantes, projetos inusitados e pessoas muito insanas, que se reúnem no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, onde é criada uma cidade temporária – Black Rock City. Durante o evento, as pessoas perambulam com fantasias ou até mesmo sem roupa alguma.
A proposta do Burning Man, é ser um evento em que todos são encorajados a se expressar. Não importa o que você faça, desde que seja criativamente. A peça central do evento é um enorme boneco de madeira, que é queimado durante os dias em que acontece a celebração.
O festival tem como base 10 princípios: inclusão, troca, desmercantilização, autossuficiência, autoexpressão, comum esforço, responsabilidade cívica, não deixar nenhum vestígio, participação e imediatismo. O Burning Man valoriza a troca, o sentimento comunitário e a experiência voluntária.
Uma coisa legal do evento, é que tudo é dado livremente e recebido entre amigos e pessoas que conheceram no próprio local. Ninguém te força a nada, você faz o que tem vontade e, mesmo assim, ninguém vai te deixar de fora. A moeda do Burning Man é a troca: nada é vendido, apenas trocado ou ofertado aos participantes. O lema é: aproveitar e ser feliz.
O Burning Man acontece todo ano, na semana do feriado do Dia do Trabalho americano (1ª segunda de setembro). O evento dura a primeira semana do mês inteira!
O grande jornalista e fotógrafo Tito Rosemberg, falecido em 2005, descreve a essência do festival de uma maneira muito bacana: “O que me seduz em Burning Man é ver acesa a chama da utopia, num mundo cada vez mais passivo, onde os jovens não questionam mais nada e entregam-se ao consumismo e às atividades esportivas autodestrutivas. Longa vida ao sonho!”
Eu adoro a proposta do festival, de incentivar essa questão do desapego, que tem tudo a ver comigo, com meu estilo de pensar e com a vibe que eu procuro passar! Assino embaixo ao que Tito fala e super desejo longa vida ao sonho!
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Estou vivo, Larissa, não me mate, por favor! Bjs
Moça, se o Tito está morto desde 2005, então você comprova a tese que Fantasma existe? Qual a sua fonte para a morte do Fotojornalista? Costuma checar a veracidade das informações que recebe antes de publica-las? Pelo visto não. O Fotojornalista a que você se refere está vivinho da Silva e gozando de muita saúde, a não ser que tenha tido a graça de ressuscitar ao terceiro dia.
Tito, vai ver que é o tal do Sidcrey que esteve no festival. hahaha