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Bastidores do Esporte

sáb, 8 de novembro de 2014 00:03

abertura luiz Muilla

GALO SOLITÁRIO

Na semana passada falei sobre a invasão rubro-negra na redação da Gazeta do Triângulo e na sede do escritório de advocacia Amaral & Amaral, dentre proprietários e funcionários. Deixei o seguinte recado após ser cornetado na quinta-feira pós-vitória do Mengo, no Maracanã: nada como um dia após o outro. A segunda partida veio e o Atlético se mostrou vingador, milagreiro, encantador e vencedor. O placar de 4 a 1 foi soberano e uma classificação épica pela quarta vez em dois anos. Brincadeiras à parte, restou demonstrado que existe o dia da caça e do caçador. Agora é reencontrar a ousada Raposa de Samara e Zé Vítor, também colegas de Gazeta. Desta feita, apenas dois contra um.
Logo vale a pena
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MALUCÃO

Isso mesmo! O Amadorão de Araguari endoidou de vez na reta final da Segunda Fase, quando serão conhecidas as equipes semifinalistas. Faltando apenas duas rodadas, o Amorim teoricamente tem a sua vaga, mas na matemática corre o risco do tamanho de grão de arroz. Outro favorito, o União, precisa ganhar pelo menos uma partida contra concorrentes diretos à vaga. Um deles é o Paraíso, que encara também o Amorim, necessitando pontuar. O Mauá está na zona de classificação, porém tem a obrigação de bater o União, domingo, ou o Amorim, na próxima semana, uma vez que o Amanhece se aproximou e enfrenta o eliminado Xodó para depois decidir a vaga no Peixotão, diante do Novo Horizonte. Este, por sua vez, pega o desclassificado América tendo que somar três pontos, neste final de semana. O que parecia caminhar tranquilo para definições rápidas, tornou-se um drama sem o direito de errar.
Disputa
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RECORDE

Alex Ceni chegou aos 60 gols na carreira como atleta. Os dois últimos foram anotados pelo goleiro araguarino em batidas de falta pelo Paineiras, vice-líder do Campeonato de Veteranos de Uberlândia, equipe que tem ainda Chiquinho, Juninho Broa e Fredmann. Nenhum outro goleiro da região anotou tantos gols quanto Alex, que agora espera ajudar o Paineiras na conquista do título. Vale a pena destacar o trabalho dos dirigentes baluartes do Paineiras, Décio, Carlinhos e Divino, que conseguiram montar um elenco de muita qualidade.
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PALPITÃO

Palmeiras 2 x 2 Atlético Mineiro, Coritiba 2 x 1 Fluminense, Botafogo 0 x 2 Atlético Paranaense, Vitória 2 x 1 São Paulo, Grêmio 2 x 2 Internacional, Figueirense 1 x 2 Chapecoense, Sport 2 x 1 Flamengo, Goiás 3 x 0 Bahia, Cruzeiro 1 x 1 Criciúma, Corinthians 1 x 2 Santos.

Acertos da semana passada: vitórias de Grêmio, Cruzeiro e Sport, e empate entre Corinthians e Coritiba.
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RAPIDINHAS

** Semana de Lionel Messi, Luan Messi e Willian Messi.

** Atlético teve contra o Flamengo o lateral Marcos Rocha, o zagueiro Jemerson, os meias Marion e Dodô, e o atacante Carlos, todos formados na base do clube, além de Eduardo, que não entrou.

** Estádio Sebastião César da Silva foi palco de outra conquista de um clube do bairro Brasília, agora o penta do Brasília de Juliano Santos.

** Manchester ficou de fora do campeonato de juvenis. Para seu comandante Reinaldo Jorge, tudo por conta de briga entre a garotada em outras competições. Ele temia futuras rixas.

** Carlos Machado – a Força do Povo, é o grande corneteiro de plantão, mas engoliu seco a classificação do Galão da Massa.
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MICO DA SEMANA

Luiz Penido, um dos melhores narradores de futebol do país, ex-Rádio Tupi do Rio de Janeiro e atualmente na Globo, se empolgou com o gol marcado pelo Flamengo no Mineirão e provocou a massa atleticana. Penido afirmou que a vaga na Final estava garantida; falou que se a torcida do Galo acreditava, ele duvidava; acrescentou ainda que jamais o Mengão tomaria quatro gols. A atitude do consagrado radialista repercutiu muito mal em todo o país e serve como exemplo.
Mico
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FALOU, JÁ ERA!

“Minas Gerais, que foi o centro da discussão política com os mineiros Dilma e Aécio, continua em alta, com os finalistas Atlético/MG e Cruzeiro na Copa do Brasil! Emoção que só uma competição na base do ‘mata-mata’ proporciona”. (Milton Neves)
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BOLA CHEIA

Para o futebol mineiro, que emplacou Atlético e Cruzeiro em uma final inédita na Copa do Brasil, após classificações heróicas no meio da semana.
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BOLA MURCHA

Para o técnico Vanderlei Luxemburgo, que recuou seu time e perdeu o poderio ofensivo ao tirar Everton, Eduardo da Silva e Nixon, que poderia decidir o jogo em um lance.

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