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Associações como OAB e Sindicato do Comércio apoiam greve nacional que acontece hoje

sex, 30 de junho de 2017 05:04

Da Redação

A partir das 10h desta sexta-feira, 30, entidades de Araguari participam da greve geral liderada por Centrais sindicais cujo objetivo é protestar contra as reformas trabalhista e da Previdência que tramitam no Congresso Nacional.

As atividades acontecem no canteiro central da avenida Coronel Theodolino Pereira de Araújo em frente ao Mercado Municipal.  O cronograma de ações é composto por distribuição de material informativo, apresentações em vídeo de pronunciamentos contra as reformas e atividades artísticas sobre o tema.

No início desta semana, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (SindUTE) subsede Araguari promoveu reunião com as entidades interessadas em participar da mobilização.

Aurívio Veiga, que faz parte da diretoria estadual e local do SindUTE, informou que a mobilização está sendo apoiada pelas seguintes entidades de Araguari: OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), CUT (Central Única dos Trabalhadores), Sindeletro (Sindicato dos Eletricitários), Secua (Sindicato dos Empregados no Comércio de Uberlândia e Araguari Araguari), Sindsep (Sindicato Trabalhadores Ativos, Aposentados e Pensionistas do Serviço Público Federal) além do Conservatório Estadual e Centro Interescolar de Artes “Raul Belém”, da Escola Estadual Isolina França Soares Torres e dos conselhos municipais do Idoso e das pessoas com deficiência. Os representantes dos gabinetes dos vereadores Virgínia Alcântara (PTC) e Jander Patrocínio (PSB) também estiveram em reunião para apoiar o evento de hoje.

Segundo o presidente da OAB Araguari, Dalto Umberto Rodrigues, a entidade em âmbito nacional manifestou parecer que foi entregue ao Senado que mesmo assim votou.

Foram apontadas 18 inconstitucionalidades dentre elas, a prevalência do negociado sobre o legislado, tese que na prática significa o fim da vigência da Consolidação das Leis do Trabalho; a limitação do valor do dano moral do trabalhador e a admissão de trabalho da empregada gestante e da lactante em ambiente insalubre.

“Em plena crise de representação política nacional, utilizando-se do instituto do regime de urgência, o Congresso Nacional pretende aprovar a reforma sem a necessária e ampla discussão, mitigando a participação da sociedade civil que seria fundamental para construção de alternativas capazes de promover reais avanços nas relações laborais” – afirmou a Ordem Nacional por meio de documento.

 

Escolas Estaduais que aderiram à paralisação

  • Isolina França Soares Torres
  • Eleonora Pierucetti
  • José Carneiro
  • Katy Belém
  • Paes de Almeida
  • Madre Maria Blandina – Polivalente
  • Rainha da Paz

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