Assassinato de jovem araguarino segue desafiando a Polícia Civil
sáb, 3 de junho de 2017 05:03Da Redação
O delegado Felipe Oliveira Monteiro foi ouvido pela reportagem da Gazeta do Triângulo nesta sexta-feira, 2, e afirmou que, por ora, segue sem fatos novos a investigação do assassinato de Augusto Vieira de Morais, o Gugu, morto com o tiro na cabeça, há pouco mais de uma semana. Ele tinha 22 anos.
O responsável pela equipe de homicídio da Polícia Civil do município contou que nem o local do crime foi apurado. Ele acredita que o jovem tenha sido assassinado em Uberlândia e o corpo desovado na zona rural de Araguari, situação que as vezes ocorre para atrapalhar o trabalho de investigação.

Delegado Felipe Oliveira Monteiro espera elucidar o caso em breve
“Estamos procurando reunir todos os elementos possíveis para elucidar o caso e apresentar uma resposta para a família da vítima e a sociedade araguarina”, disse o delegado, que tem ótimo retrospecto na solução de homicídios desde a sua chegada à comarca.
Felipe Oliveira revelou que a mulher de Augusto foi ouvida e afirmou que seu companheiro estava em casa, na vizinha cidade e saiu na tarde de domingo com a intenção de receber uma dívida em Araguari. Desde então, o mesmo desapareceu.
Augusto Vieira de Morais foi encontrado morto no porta-malas de seu Fiat/Palio Weekend, cor branca, 97, na estrada do Pau Furado, proximidades da Usina Capim Branco (Amador Aguiar I). O jovem apresentava ferimentos pelo corpo, face e crânio. Estava nu e tinha mãos e pés amarrados, levando a hipótese do envolvimento de mais de uma pessoa no crime.
A descoberta do homicídio começou após o acionamento do 17º Batalhão de Polícia Militar de Uberlândia, que verificava o possível furto de um automóvel. Na diligência, encontraram o veículo abandonado, porém, em território araguarino, com o corpo de um homem em seu interior. A perícia foi acionada e constatou que se tratava de morte violenta na área de cobertura do 53º BPM.
Através dos dados do Palio, os militares se deslocaram até uma residência no conjunto Monte Moriá, em Araguari, onde o irmão de Augusto apontou algumas características que levaram à identificação do mesmo, como tatuagens nos braços e pernas. Pouco depois, a mãe da vítima compareceu ao IML para o reconhecimento do corpo.
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