Assassinato de adolescente tem suspeitos, mas Polícia aguarda laudos
sex, 9 de fevereiro de 2018 05:03Da Redação
Um crime bárbaro ocorrido em setembro de 2017 ainda não foi elucidado pela Polícia Civil, em Araguari. O caso é de competência da Delegacia de Proteção ao Idoso, à Mulher e à Criança e segue misterioso, deixando os familiares da vítima intrigados.
Poliana Carolina Vaz, 17 anos, teve seu corpo encontrado na região das Araras, com sinais de muita crueldade. Ela havia desaparecido no dia 15 de setembro e parentes denunciaram o fato aos policiais.

Poliana tinha 17 anos e foi morta em setembro
** Arquivo
A reportagem apurou que a Polícia trabalha com suspeitos, no entanto aguarda a chegada de alguns laudos para concluir a investigação e, se for o acaso, requerer a prisão preventiva dos envolvidos.
O inquérito foi instaurado em 19 de setembro. No mês seguinte a delegada Paula Fernanda de Oliveira solicitou à Justiça da Comarca mais prazo para a apuração dos fatos. Em dezembro, o Juízo Criminal concedeu 60 dias para o encerramento do feito, porém, houve novo pedido para a conclusão das diligências.
Até para não prejudicar o andamento das investigações, a delegada Mariana, que no momento responde pelo caso, informou à Gazeta do Triângulo que em breve a Polícia Civil irá se manifestar com o objetivo de apresentar uma resposta aos familiares da vítima bem como à sociedade araguarina.
DRAMA
Poliana Carolina saiu de casa, no bairro Santa Terezinha, por volta de 13h de sexta-feira e seguia de bicicleta para a residência de um familiar com a intenção de fazer faxina, mas não teria chegado ao local e nem entrado em contato, preocupando a todos.
Domingo pela manhã, o cadáver de uma mulher foi encontrado numa estrada vicinal na região das Araras, caído ao solo de barriga para baixo. Uma pessoa que passava pelo lugar acionou imediatamente os militares.
Segundo relatado, o rosto estava completamente desfigurado pelas agressões sofridas, mas familiares e o namorado de Poliana reconheceram as roupas – bermuda jeans, que estava rasgada, e blusa florida, como sendo aquelas que a menor usava no dia do desaparecimento.
Ainda no domingo, uma tia da vítima compareceu ao PML – Posto Médico Legal e constatou que se trava da adolescente desaparecida. Ela teria sido abusada sexualmente e asfixiada.
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