Após reduzir policiamento reforçado algazarras voltam a ser cometidas na praça da Matriz
qua, 18 de outubro de 2017 05:46Da Redação
Um vídeo de uma mulher fazendo topless pelo teto solar de um veículo está circulando por um aplicativo de celular. O cenário é a praça Padre Nilo Tabuquini onde tem sido o endereço de jovens que se reúnem no período noturno durante os fins de semana.

Vídeo de mulher fazendo topless pelo teto solar está sendo compartilhado por meio de aplicativo de celular
No início do ano o local foi alvo de intervenção do Ministério Público solicitado através do vereador Wesley Lucas de Mendonça (PPS) que, juntamente com o pároco da igreja Senhor Bom Jesus da Cana Verde, Júlio Cezar Siqueira, esteve na promotoria da curadoria do Meio Ambiente pedindo providências em relação a algazarras.
A promotora a frente da curadoria do Meio Ambiente, Lilian Tobias, ouviu as denúncias e determinou que ações mais eficientes fossem tomadas para colocar fim ao problema. Inúmeras operações de combate à poluição sonora e a outros transtornos foram realizadas por meio do 53° Batalhão de Polícia Militar, 4° Pelotão de Meio Ambiente e secretaria municipal de Meio Ambiente.
Procedimentos como blitz de trânsito, abordagens de suspeitos e patrulhamento nas imediações foram promovidas. Segundo o comandante do 4° Pelotão de Meio Ambiente e Trânsito Rodoviário, tenente Ivanir Clementino de Brito, no primeiro semestre deste ano a operação foi viabilizada constantemente até que o problema fosse resolvido. “Foi informado a promotoria sobre a redução do problema e atividades semelhantes foram transferidas para outras cidades”, explicou.
O militar teve acesso ao vídeo e disse que provavelmente o ato considerado infracional foi cometido quando policiais precisaram se deslocar da praça para atender ocorrências em outras partes da cidade. “Operações estão sendo feitas todos os fins de semana”, garantiu.
Quanto ao som automotivo, o comandante esclareceu que existe a perturbação do sossego, que é contravenção penal, e a poluição sonora, considerada crime ambiental no artigo 54. “O crime de poluição sonora resulta em pena de 1 a 4 anos de reclusão e multa. Quanto à perturbação do sossego, está no artigo 42 da lei de contravenção penais, causando prisão de 15 dias a 3 meses além de multa”, destacou.
Para ser comprovada a poluição sonora é preciso ser emitido laudo técnico que identifique danos à saúde, isto é, situações que causem transtornos constantes.
“Na zona urbana, não é permitida a ocorrência de sons acima de 55 decibéis e na área industrial, 85. Por isso, nestes locais os trabalhadores utilizam aparelhos que abafam o som com o intuito de que haja menos impacto na audição”, acrescentou.
O som acima do permitido pode ser denunciado pela população na secretaria de Meio Ambiente por meio do número: (34) 98857-5545. O serviço funciona 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana e feriados. O 4° Pelotão de Meio Ambiente e Trânsito Rodoviário também pode ser solicitado para oferecer apoio. Telefone: 3241-5513.
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