Ambientalistas solicitam apoio ao Ministério Público sobre o funcionamento da ETE
ter, 23 de junho de 2015 07:20Da Redação
A ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), cujo investimento ultrapassa um milhão de reais, começou a funcionar no mês de março e tem o objetivo de atender milhares de residências nos bairros São Sebastião, Sewa, Allan Kardec e adjacentes.

Parte da equipe de ambientalistas, preocupados com o funcionamento da ETE
No entanto, um grupo de ambientalistas vem trabalhando no sentido de inviabilizar o seu funcionamento devido a estudos realizados que apontam irregularidades. Fazem parte do grupo, Marcos Vinicius Leite –biólogo e presidente da Associação de Proteção aos Animais e Meio Ambiente de Araguari (APROAMA); José Radi Neto — Engenheiro Civil e o ex-delegado Gilson Antônio Vital de Andrade.
Segundo informações, a ação a cargo da prefeitura, é totalmente irresponsável, pois acarretará em prejuízos a saúde da população. Diante destas constatações obtidas através de análises da água tratada, a equipe solicitou o apoio do Ministério Público, por meio da promotoria de Meio Ambiente.
A promotora Lilian Tobias recebeu o grupo na última quinta-feira, 18, e recebeu todas as informações. Apesar disso, ela se mostrou cautelosa, dizendo que as medidas cabíveis para paralisar a ETE apenas serão tomadas depois que tiver em mãos a comprovação do problema através de laudo oficial a respeito do índice de coliformes fecais.
De acordo com o engenheiro José Radi Neto, a equipe possui três laudos, sendo que um deles foi emitido pelo laboratório da UFU (Universidade Federal de Uberlândia). “O efluente jogado no local está fora dos padrões. Foi constatada uma alteração que nós imaginávamos. Está muito alto o nível de coliformes fecais, fora dos padrões do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Está maior que 1.600 coliformes por milímetro de efluente tratado e o permitido é somente mil”, ressaltou.
A equipe da SAE – Superintendência de Água e Esgoto – responsável pelos serviços de ligação do esgoto, confirma a existência de questionamentos a respeito do local utilizado para a destinação do esgoto tratado, mas garante que trabalha dentro da lei.
“Temos diversos laudos comprovando a autorização para o que estamos fazendo. Recebemos também laudos mensais, mostrando que tudo está dentro do padrão aceitável dos licenciamentos ambientais”, ratifica o superintendente-adjunto da SAE, Edson Dias Vieira Júnior.
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