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Alça de retorno entre Minas e Goiás pode ser liberada neste mês

qua, 6 de junho de 2018 05:39

Da Redação

A Concessionária MGO Rodovias deve se manifestar ainda nesta semana sobre a construção de uma alça de retorno próximo à praça de pedágio “Araguari 1” na BR-050, no sentido Araguari/Catalão, a qual visa atender aos anseios de comunidades rurais daquela região, que precisam pagar duas tarifas para o acesso à área urbana do município.

A reportagem apurou que as obras se iniciaram no dia 17 de maio, porém, houve paralização em função da manifestação dos caminhoneiros. A previsão era de que fossem concluídas até o final da primeira quinzena de junho. Não havendo imprevistos, os trabalhos recomeçam ainda nesta semana, conforme a MGO Rodovias antecipou à Gazeta do Triângulo.

Quando o pedágio foi implantando, aconteceu uma manifestação no local. Aproximadamente 200 moradores paralisaram 15 km da rodovia, solicitando que a alça fosse invertida. Desde então se iniciou uma mobilização em Araguari para atender à comunidade rural daquela região. Um abaixo-assinado com 400 assinaturas também foi entregue à Procuradoria-Geral da República.

A praça “Araguari 1” foi instalada em abril de 2015 e fica a menos de 1 km do povoado do Campo Redondo, localizada distante 20 quilômetros do centro urbano de Araguari. Sem retorno que permita o acesso sem passar pelo pedágio, aqueles que precisam ir à cidade de carro de passeio desembolsam R$ 11,00- R$ 5,50 pela ida e outros R$ 5,50 pela volta.

Além de encarecer e dificultar a vida dos pequenos produtores rurais, a falta de alças de acesso e saída da comunidade cria transtornos todos os dias. “Existe uma capela no Campo Redondo, um Cartório e um Cemitério e muitas pessoas passam pela porta da comunidade e são obrigar a trafegar mais de 10 quilômetros para encontrar um retorno e, através dele, acessar o Campo Redondo”, afirmou um morador à reportagem da Gazeta, em outubro de 2017.

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