Jovem é diagnosticado com malária em Araguari
sáb, 2 de junho de 2018 05:48Da Redação
Araguari registrou o primeiro caso de malária de 2018. O diagnóstico foi notificado em Chrystian Henrique Virgíneo, de 29 anos, no dia 25 de maio; deste então, ele foi internado em estado grave na Santa Casa de Misericórdia.
Segundo informações apuradas pela reportagem, o jovem é da cidade, mas estava trabalhando em Luanda, capital da Angola, na África. Recentemente, de férias na região, ele começou a apresentar os sintomas da doença.

Doença é transmitida pela fêmea infectada do mosquito Anopheles
Todas as intervenções médicas necessárias estão sendo tomadas, contando, inclusive com o auxílio da Superintendência Regional de Saúde (SRS), que disponibilizou o antimalárico. No decorrer do tratamento chegou a apresentar episódios de confusão mental, apesar de estar consciente.
A reportagem entrou em contato com o hospital, mas até o fechamento desta edição da Gazeta do Triângulo, não foi possível confirmar o atual quadro clínico do paciente.
Malária
Considerada uma doença febril aguda, a malária é transmitida pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Não é uma doença contagiosa, pois é necessário o vetor para a transmissão.
Os sintomas envolvem febre alta, calafrios, tremores, sudorese, dor de cabeça, náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite. Se for diagnosticada precocemente e tratada da maneira correta, tem grande chance de cura, porém, se negligenciada, pode evoluir para a forma grave, que leva à óbito.
Em estado grave, a doença se caracteriza pelo aparecimento de um ou mais dos seguintes sintomas: prostração, alteração da consciência, convulsões, hipotensão arterial ou choque, hemorragias e outros. O tratamento indicado, feito com medicamentos específicos, depende de algumas variáveis, como a espécie do protozoário infectante, a idade do paciente, condições de saúde e a gravidade do diagnóstico.
Não há vacina contra a doença, apenas medidas de prevenção individual, como uso de repelente, roupas que protejam pernas e braços, mosquiteiros e borrifação intradomiciliar de inseticidas.
Fonte: Ministério da Saúde
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Meu tio pegou muitas malárias quando ia para a beirada dos rios pescar.
O povo chamava de maleita. Parece que é típica dos trópicos, ciclo da borracha na Amazônia, construção do canal do Panamá, muita gente pegou.