Comerciante alega estar preso injustamente
qui, 31 de maio de 2018 05:32Da Redação
“Estou preso sem dever. Jamais mandaria matar alguém. Por favor, me ajudem”. Com esta frase, Rafael Campos Guimarães, “Perobão”, encerrou a carta enviada ao jornal Gazeta do Triângulo e outros veículos de comunicação da cidade e região.
Ele relata que se encontra recolhido na unidade prisional local há mais de dez meses, após ser denunciado pelo Ministério Público como mandante de dois homicídios, um tentado e um consumado.
“Toda a população do bairro Brasília conhece a verdadeira história e sabe que não mandei fazer isso. Além de que as testemunhas prestaram depoimentos e não falam a mesma coisa. Quem está mentindo? ”, desabafa Rafael, que trabalha com sua esposa no ramo de restaurante naquele setor de Araguari. É também atleta de futebol amador, tendo defendido vários times como goleiro.
Pelo homicídio tentado, o qual vitimou a pessoa de D. S. G., a juíza Danielle Nunes Pozzer, da 1ª Vara Criminal da Comarca, decidiu mandar Rafael Campos e outro denunciado para a apreciação do Júri Popular, em data a ser marcada.
A defesa recorreu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, por entender que não há provas convincentes da participação do comerciante, e requereu a revogação da prisão preventiva. Ainda não há uma decisão de Belo Horizonte.
Rafael “Perobão” enfatiza que foi julgado por envolvimento com drogas em 2010, porém, nada foi provado. Desde então não se envolveu mais em delitos. “Quando sai da cadeia, prometi a mim mesmo e aos meus familiares que não me envolveria mais com as coisas erradas. Montei o primeiro restaurante e segui a minha vida. Até hoje, entregamos comida para o pessoal da empresa responsável pela construção de residências no Bela Suíça”.
O trabalhador lembra que em 2016 prestou serviços também para o transporte escolar e nas eleições. “Se eu fosse má pessoa, ninguém me daria emprego. Querem me acusar pelo meu passado. Não sou Deus, pois somente Ele pode tirar a vida de alguém. Me ajudem. Tenho família e o meu comércio para cuidar”.
O homicídio tentado contra D. S. G. ocorreu em 30 de junho de 2016, no bairro Brasília. Ouvido em Juízo, Rafael Campos negou qualquer participação e afirmou que não conhecia o outro investigado.
Sobre a morte de George Vieira Lima, 64 anos, ele também assegura não ter envolvimento. O homem foi encontrado no dia 29 de junho de 2016, em um lote vago, nas proximidades da avenida Bernardo Sayão, imediações da estrada que liga à Usina Hidrelétrica de Capim Branco. O corpo, que estava de bruços, com os pés amarrados, tinha sinais de estrangulamento e lesões na cabeça.
Finalizando, Rafael Campos Guimarães disse que decidiu procurar a imprensa em razão da plena convicção de sua inocência. Além disso, seus familiares estão sofrendo com tamanha injustiça.
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O Gazeta ainda publica uma coisa dessa, ele não relatou que tem várias passagens por tráfico e também não relatou que sua esposa esta presa por furto e tráfico que seu enteado também já foi preso por tráfico, seu Pai e irmão também estão presos. Ele e a família merecem todo esse credito que o jornal Gazeta esta dando a ele .Parabéns Gazeta rsrs .
Esta imprensa de Araguari é uma piada!
Pedro Paulo quem é vc pra julgar alguém??Me diz meu pai teve erros sim mas no passado e graças a deus ele conserto e tento mudar de vida afinal todos merecem uma segunda chance agora procura saber primeiro pra depois vc vim querer julgar alguém entendeu