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Concurso de Cafés de Qualidade “Viva a singularidade” premia vencedores

ter, 21 de novembro de 2017 05:21

por Tatiana Oliveira

Ao contrário do ano passado, o concurso trabalhou com micro lotes

A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado – Coocacer – de Araguari anunciou no último sábado, 19, os três vencedores da 2ª edição do Concurso de Cafés e Qualidade “Viva a singularidade”. O evento aconteceu no Ópera Hall às 20h e contou com autoridades, representantes de associações, produtores rurais etc.

Evanete Peres Domingues, vencedora do concurso

Evanete Peres Domingues, vencedora do concurso

 

“O objetivo é incentivar e valorizar a produção de cafés de qualidade na nossa região, proporcionando ao consumidor, através dos parceiros da premiação, a oportunidade de degustar os melhores grãos produzidos na cidade, Indianópolis e região”, afirma a assessoria de imprensa da cooperativa.

No ano passado, 24 amostras foram classificadas de um montante de 200 realizadas, chegando a dez finalistas da última etapa do concurso que aconteceu no dia 19 de novembro, no Ópera Hall. Para esta edição, 34 amostras de cafés foram analisadas. O processo de escolha dos melhores grãos da nossa região é dividido em diversas etapas pela empresa Agrocert, coordenada por Fabiano Melo, que ficou responsável pelo processo de codificação das amostras. “Elas foram levadas para uma empresa executora, onde ocorre a análise física e sensorial do material”, explica a assessoria.

Ao contrário do ano passado, o concurso trabalhou com micro lotes, por se tratar de café especial. Esse tipo de café tem a particularidade de produção em pequenos lotes, por isso todos os produtores inscritos entregaram um lote de 10 sacas de 60kg de café beneficiado na cooperativa.

A grande vencedora da segunda edição do concurso foi Evanete Peres Domingues. Em segundo lugar, José Padial foi premiado, seguido por Jhone Moreno, que ocupou o 3º lugar. No total, serão distribuídos R$ 50 mil em premiações. O terceiro colocado recebeu o valor de R$ 1.200 por saca, totalizando R$ 12 mil ao lote. O segundo melhor café ganhou o prêmio de R$ 16 mil pelo lote, R$ 1.600 por saca. A grande premiação para o primeiro colocado ficou em R$ 2 mil a saca, recebendo um prêmio de R$ 20 mil.

Para este ano, o concurso ganhou uma identidade própria com o objetivo de gerar percepção e entendimento no mercado. De acordo com Eliane Cristina, a iniciativa representa os pilares estratégicos do concurso, e, por isso, a escolha do slogan “Viva a singularidade”. “O mote visa enaltecer, celebrar cada safra e coroar os guerreiros cafeicultores. É necessário vivenciar e exaltar o produto e os prazeres de sua singularidade”, afirma em nota oficial.

Neste ano, também acontece o lançamento nacional de um ou mais lotes classificados entre os dez finalistas por uma grande exportadora/indústria parceira da cooperativa. Ele será escolhido e negociado por uma grande exportadora/indústria parceira da cooperativa para ser distribuído em uma rede de supermercado nacional com selo da Região do Cerrado Mineiro, valorizando ainda mais o produtor do lote escolhido.

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