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Polícia pede mais prazo na Justiça para encerrar o “caso Poliana”

sáb, 18 de novembro de 2017 05:32

Da Redação

Assassinato ocorreu há dois meses e as investigações continuam

Titular da Delegacia de Proteção ao Idoso, à Mulher e à Criança, a delegada Paula Fernanda de Oliveira solicitou à Justiça da Comarca a prorrogação do prazo para conclusão do inquérito que investiga a morte brutal da garota Poliana Carolina Vaz, 17 anos.

A informação foi confirmada pela policial. Segundo assegurou, as investigações prosseguem e restam alguns detalhes cruciais visando a elucidação dos fatos, por isso a solicitação de mais alguns dias para finalizar os trabalhos.

Delegada Paula Fernanda investiga o caso com muita cautela ** Arquivo

Delegada Paula Fernanda investiga o caso com muita cautela
** Arquivo

 

Por se tratar de um crime bárbaro referente a menor de idade, existe muita cautela nas diligências bem como na divulgação de informações. A delegada não disse se há suspeitos, mas a reportagem levantou que um nome é investigado após oitiva de testemunhas, além de outros indícios.

Poliana, que residia na rua Itatiaia, bairro Santa Terezinha, teve seu corpo encontrado na manhã de 17 de setembro na região das Araras, com sinais de muita crueldade. Ela havia desaparecido na sexta-feira anterior e parentes denunciaram o fato aos policiais.

Conforme relatado, a menina tinha saído de casa por volta de 13h e seguia de bicicleta para a residência de um familiar com a intenção de fazer faxina. No entanto, não chegou ao local e nem entrou em contato, preocupando a todos.

Domingo pela manhã, o cadáver de uma mulher foi encontrado numa estrada vicinal na região das Araras, caído ao solo de barriga para baixo. Uma pessoa que passava pelo lugar acionou imediatamente os militares.

Segundo relatado, o rosto estava completamente desfigurado pelas agressões sofridas, mas familiares e o namorado de Poliana reconheceram as roupas – bermuda jeans, que estava rasgada, e blusa florida, como sendo aquelas que a menor usava no dia do desaparecimento.

Ainda no domingo, uma tia da vítima compareceu ao PML – Posto Médico Legal e constatou que se trava da adolescente desaparecida. Ela teria sido abusada sexualmente e asfixiada.

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