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Funerária está há um ano com decisão suspensiva de liminar e aguarda julgamento em Belo Horizonte

ter, 24 de outubro de 2017 05:06

Da Redação

Desde 2014 com o anúncio de sua chegada na cidade, a empresa Funerária LIV/Planos Para a Vida vem enfrentando uma série de adversidades e turbulência.

Além de abaixo-assinado de moradores e manifestações populares, antes mesmo da sua inauguração e em ainda em obras em 2015, sem alvarás, a empresa foi notícia na mídia da região após denúncia de que estaria manuseando um corpo no local e fazendo o descarte irregular do lixo produzido.

Em novembro de 2016, a juíza Juliana Faleiro de Lacerda Ventura, pediu a suspensão do alvará sanitário da empresa com base na Lei Municipal de 1991 que limita a quantidade de funerárias na cidade de acordo com número de habitantes

Em novembro de 2016, a juíza Juliana Faleiro de Lacerda Ventura, pediu a suspensão do alvará sanitário da empresa com base na Lei Municipal de 1991 que limita a quantidade de funerárias na cidade de acordo com número de habitantes

 

Houve ainda uma série de manifestos contra a mesma, pois moradores cobravam do município o cumprimento da Lei Municipal de 1991 que limita a quantidade de empresas funerárias na cidade, sendo assim, impedindo a chegada de mais uma na cidade.

No final de 2016, a juíza Juliana Faleiro de Lacerda Ventura, cassou por meio de liminar o alvará sanitário da empresa que acabou recorrendo no Tribunal de Justiça de Minas Gerais onde conseguiu efeito suspensivo da decisão da juíza local até que a decisão seja julgada na esfera estadual.

Mesmo sem saber qual será o resultado da decisão em Belo Horizonte, a empresa continua atuando na cidade comercializando planos e serviços fúnebres.

A reportagem esteve ontem com a juíza Juliana Faleiro de Lacerda Ventura, titular da 2ª Vara Cível. Ela alegou seu pedido com base na Lei Municipal de 1991 que limita a quantidade de funerárias na cidade de acordo com o número de habitantes e aguarda a decisão do TJMG para se manifestar.

 

A advogada da empresa, Teresa Urata Oliveira, falou também ontem com a reportagem sobre o assunto e deixou claro a posição da agência funerária alegando que aguarda a decisão do julgamento em Belo Horizonte, mas destacou a importância da empresa desde a sua chegada em Araguari na prestação do serviço fúnebre.

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