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Polícia Civil trabalha para apurar assassinatos em Araguari

qui, 28 de setembro de 2017 05:02

Da Redação

Diligências e oitivas de testemunhas. Assim caminham as investigações da Polícia Civil em Araguari no sentido de apurar os últimos assassinatos ocorridos na cidade, na segunda quinzena deste mês.

Richardson Francisco Monteiro, 36 anos, foi executado com pelo menos sete tiros, que atingiram o rosto, a perna e o braço, no fim da tarde do dia 18, no bairro Independência. Pela manhã, na mesma data, o corpo de Mayk Felipe Mota Tereza, 20 anos, foi localizado num terreno na rua Romeu Rodrigues, bairro Goiás parte alta.

Um dia antes, na região das Araras, Poliana Carolina Vaz, 17 anos, que residia na rua Itatiaia, bairro Santa Terezinha, foi encontrada morta e com sinais de violência sexual. Ela havia desaparecido na sexta-feira anterior e parentes denunciaram o fato aos policiais.

Richardson foi executado no Independência | Maik foi morto no bairro Goiás parte alta | Poliana teve o corpo encontrado na região das Araras

Richardson foi executado no Independência | Maik foi morto no bairro Goiás parte alta | Poliana teve o corpo encontrado na região das Araras

 

A delegada Paula Fernanda de Oliveira, da Delegacia Especializada de Crimes contra a Mulher, cuida do caso envolvendo a adolescente. Por se tratar de um crime brutal referente a menor de idade, existe muita cautela para a elucidação dos fatos, principalmente na divulgação de informações que possam atrapalhar o andamento dos trabalhos.

O delegado Felipe Monteiro Oliveira é o responsável pelo setor de crimes contra a vida e investiga as mortes de Mayk e Richardson. Este último morava há alguns meses em Araguari, mas veio do estado de Goiás, onde cumpria pena por homicídio, conforme apurado.

Apesar de a sociedade araguarina aguardar por respostas sobre os autores dos assassinatos, a Polícia Civil esclarece que trabalha intensamente nos casos, prometendo se pronunciar assim que os inquéritos forem concluídos.

Em 2017, são 18 homicídios consumados no município, sendo que mais de 70% deles foram elucidados.

1 Comentário

  1. Marcos disse:

    Com o deficit de pessoal na Polícia Civil, fica prejudicado uma investigação rápida e de qualidade.

    Dados apontam que em Minas Gerais apenas 8% dos crimes de homicídios são solucionados.

    Somos 1339 aprovados no Concurso Público de Investigador da PCMG aguardando nomeação. Já estamos prontos para realizar o curso a Acadepol e servir a população mineira.

    O Secretário de Planejamento e Gestão (SEPLAG) prometeu que até o final do ano de 2016 todos os aprovados no concurso seriam nomeados. A promessa não foi cumprida.

    Estado forte se faz com Polícia forte.

    #nomeaçãoJAH
    #PCMGpedesocorro
    #promessaédívida

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